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Ecad vive boa safra

Arquivo Geral

10/11/2003 0h00

Parece que a estratégia de Roberto Carlos de lacrar seus novos CDs num cofre antes de ir para as lojas tem êxito em driblar a pirataria. O cantor e o roqueiro Herbert Viana lideram o ranking dos artistas que mais arrecadaram direitos autorais em Brasília no primeiro semestre deste ano, segundo o Escritório Central de Arrecadação e Distribuição (Ecad). No País, a performance de ambos não muda muito: o maior beneficiado com o recolhimento de direitos autorais foi Herbert, seguido por Roberto Carlos, Caetano Veloso, Djavan, Renato Russo, Erasmo Carlos, Cesar Augusto, Gilberto Gil, Lulu Santos e Jorge Vercilo. Apesar de ter arrecadado menos que o líder do Paralamas do Sucesso, Roberto é o músico mais estável no recolhimento dos direitos autorais. Ele não sai da lista dos três artistas de maior rendimento no Ecad há pelo menos um ano e meio. O Ecad registrou ainda um aumento recorde na arrecadação dos títulos em Brasília. No primeiro semestre deste ano, a entidade recolheu na capital do País 31,28% a mais do que no mesmo período do ano passado. A porcentagem corresponde a R$ 1,9 milhão distribuído aos titulares de direitos autorais e conexos (autores, intérpretes, músicos, editores, produtores fonográficos, entre outros). “Este é o maior valor já arrecadado pela unidade brasiliense em um semestre”, anuncia o gerente da unidade do Ecad em Brasília, Renato Garcia Lopes. Apesar da arrecadação recorde, a capital federal fica em terceiro no ranking das 20 unidades do Ecad espalhadas pelo Brasil que mais cresceram. A primeira é a unidade paulista do Ecad em Ribeirão Preto (65,45% a mais do que no primeiro semestre de 2002). Em segundo está a unidade de Cabo Frio (RJ), com 42,52% a mais de direitos recolhidos no mesmo período. No primeiro semestre do ano, o Ecad arrecadou em todo o país R$ 96 milhões (27,71% a mais do que no mesmo período de 2002). O índice de arrecadação é crescente. Prova disso é que no ano passado o valor cresceu 12,57% em relação ao ano de 2001, totalizando cerca de R$ 176 milhões. Além da unidade localizada na capital, o Ecad tem outras três agências autônomas que atuam nas cidades-satélites de Taguatinga e Guará, e em Unaí (MG), que são supervisionadas por funcionários da unidade de Brasília. Estas agências cobrem 40 cidades. O Ecad conta, ainda, com os serviços terceirizados de dois escritórios de advocacia que representam a entidade na região, um na capital federal e outro em Unaí.

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