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É a noite do Fogo Encantado

Arquivo Geral

06/08/2005 0h00

O Festival Sesi Bonecos do Mundo apresenta logo mais, às 21h30, a companhia pernambucana Cordel do Fogo Encantado, com o espetáculo A Trajetória da Terra, no Complexo Cultural Funarte. A entrada é franca.

É a segunda participação do grupo no evento. Formado em 1999 por cinco músicos e oito técnicos de palco, eles fazem um som recheado de batuques e reproduções da natureza.

O repertório reúne músicas dos dois CDs, além de seis canções inéditas. “É sobre a questão de estar na estrada, com músicas que falam sobre êxodo”, informa Lirinha, o líder da banda.

O grupo brasiliense Mamulengos Presepada, formado por oito pessoas, se apresenta hoje com o espetáculo O Romance do Vaqueiro Benedito, às 17h, na Funarte. O diretor do grupo, Chico Simões, percebe mudanças de público, em 22 anos de atividade: “Antigamente o teatro de bonecos era um atrativo apenas para as crianças. A infantilização do teatro de bonecos foi um erro dos próprios grupos. Temos que mostrar que é uma arte tão complexa quanto o teatro tradicional”, analisa.

A companhia Contadores de Estórias, do Rio de Janeiro, mostra, às 20h, o espetáculo Em Concerto, onde não há diálogos. O grupo existe há 34 anos, já fez turnê em 15 países e trabalha com temas adultos há 20 anos. É formado por três pessoas, entre elas Rachel Ribas, que explica que o grupo explora temas do cotidiano e não faz críticas à situação político-econômica do País: “São sete cenas curtas e independentes, dentro de um estilo poético”, diz ela. “Os bonecos não são caricaturas de personagens”.

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    06/08/2005 0h00

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    É a segunda participação do grupo no evento. Formado em 1999 por cinco músicos e oito técnicos de palco, eles fazem um som recheado de batuques e reproduções da natureza.

    O repertório reúne músicas dos dois CDs, além de seis canções inéditas. “É sobre a questão de estar na estrada, com músicas que falam sobre êxodo”, informa Lirinha, o líder da banda.

    O grupo brasiliense Mamulengos Presepada, formado por oito pessoas, se apresenta hoje com o espetáculo O Romance do Vaqueiro Benedito, às 17h, na Funarte. O diretor do grupo, Chico Simões, percebe mudanças de público, em 22 anos de atividade: “Antigamente o teatro de bonecos era um atrativo apenas para as crianças. A infantilização do teatro de bonecos foi um erro dos próprios grupos. Temos que mostrar que é uma arte tão complexa quanto o teatro tradicional”, analisa.

    A companhia Contadores de Estórias, do Rio de Janeiro, mostra, às 20h, o espetáculo Em Concerto, onde não há diálogos. O grupo existe há 34 anos, já fez turnê em 15 países e trabalha com temas adultos há 20 anos. É formado por três pessoas, entre elas Rachel Ribas, que explica que o grupo explora temas do cotidiano e não faz críticas à situação político-econômica do País: “São sete cenas curtas e independentes, dentro de um estilo poético”, diz ela. “Os bonecos não são caricaturas de personagens”.

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