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Duas formas de tratamento

Arquivo Geral

23/09/2004 0h00

A distimia pode ser provocada por causas diversas. A medicina aponta algumas das mais comuns, que são: relacionamento complicado com a família na infância e a agressividade e a intolerância dos pais.

Famílias que tenham pessoas depressivas, com ataques de pânico ou com alguma patologia ligada a distúrbio de metabolismo de serotonina, de personalidade, ou que abusem de álcool e/ou outras drogas acabam aumentando a possibilidade de produzirem alguém com distimia.

Para quem não conseguiu escapar desse estado mental conturbado existem alguns tratamentos que podem ser aplicados. Um deles é com medicamentos antidepressivos, muito embora estes causem aversão nos distímicos.

A velha geração de remédios antidepressivos do tipo tricíclicos nunca foram muito efetivos. Os da novas gerações mostram mais eficiência quando usados prolongadamente. Entre esses podem ser citados a fluoxetina, sertralina, paroxetina e mirtazapina.

A medicação precisa, porém, da complementação psicoterápica. Uma terapia psicológica é fundamental para que a pessoa procure uma mudança comportamental, passe a ter uma auto-estima mais desenvolvida. O uso dos dois tratamentos paralelamente torna-se assim a melhor arma para o distímico.

O tratamento é ainda mais aconselhável porque se sabe que o doente não procura melhorar a sua situação. Além do que, a distimia costuma ser associada a outros distúrbios mentais, como a depressão, transtornos de ansiedade (como o do pânico), abuso de álcool e drogas e queixas físicas, que são de origem psicológica. Em função disso, muitos pacientes acabam buscando tratamentos e remédios que não são exatamente para curar do problema distímico.

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    23/09/2004 0h00

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    Famílias que tenham pessoas depressivas, com ataques de pânico ou com alguma patologia ligada a distúrbio de metabolismo de serotonina, de personalidade, ou que abusem de álcool e/ou outras drogas acabam aumentando a possibilidade de produzirem alguém com distimia.

    Para quem não conseguiu escapar desse estado mental conturbado existem alguns tratamentos que podem ser aplicados. Um deles é com medicamentos antidepressivos, muito embora estes causem aversão nos distímicos.

    A velha geração de remédios antidepressivos do tipo tricíclicos nunca foram muito efetivos. Os da novas gerações mostram mais eficiência quando usados prolongadamente. Entre esses podem ser citados a fluoxetina, sertralina, paroxetina e mirtazapina.

    A medicação precisa, porém, da complementação psicoterápica. Uma terapia psicológica é fundamental para que a pessoa procure uma mudança comportamental, passe a ter uma auto-estima mais desenvolvida. O uso dos dois tratamentos paralelamente torna-se assim a melhor arma para o distímico.

    O tratamento é ainda mais aconselhável porque se sabe que o doente não procura melhorar a sua situação. Além do que, a distimia costuma ser associada a outros distúrbios mentais, como a depressão, transtornos de ansiedade (como o do pânico), abuso de álcool e drogas e queixas físicas, que são de origem psicológica. Em função disso, muitos pacientes acabam buscando tratamentos e remédios que não são exatamente para curar do problema distímico.

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