A distimia pode ser provocada por causas diversas. A medicina aponta algumas das mais comuns, que são: relacionamento complicado com a família na infância e a agressividade e a intolerância dos pais.
Famílias que tenham pessoas depressivas, com ataques de pânico ou com alguma patologia ligada a distúrbio de metabolismo de serotonina, de personalidade, ou que abusem de álcool e/ou outras drogas acabam aumentando a possibilidade de produzirem alguém com distimia.
Para quem não conseguiu escapar desse estado mental conturbado existem alguns tratamentos que podem ser aplicados. Um deles é com medicamentos antidepressivos, muito embora estes causem aversão nos distímicos.
A velha geração de remédios antidepressivos do tipo tricíclicos nunca foram muito efetivos. Os da novas gerações mostram mais eficiência quando usados prolongadamente. Entre esses podem ser citados a fluoxetina, sertralina, paroxetina e mirtazapina.
A medicação precisa, porém, da complementação psicoterápica. Uma terapia psicológica é fundamental para que a pessoa procure uma mudança comportamental, passe a ter uma auto-estima mais desenvolvida. O uso dos dois tratamentos paralelamente torna-se assim a melhor arma para o distímico.
O tratamento é ainda mais aconselhável porque se sabe que o doente não procura melhorar a sua situação. Além do que, a distimia costuma ser associada a outros distúrbios mentais, como a depressão, transtornos de ansiedade (como o do pânico), abuso de álcool e drogas e queixas físicas, que são de origem psicológica. Em função disso, muitos pacientes acabam buscando tratamentos e remédios que não são exatamente para curar do problema distímico.