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Doença que pode cegar será investigada

Arquivo Geral

18/05/2004 0h00

O Ministério da Saúde assinou convênio com o Instituto da Visão da Universidade Federal Paulista para a realização de protocolo de pesquisa sobre retinose pigmentar, doença pouco comum que afeta a retina. Inicialmente, um grupo de pacientes fará a cirurgia em um olho. Durante 12 meses, terão acompanhamento médico para avaliar as mudanças na história natural da doença, utilizando como controle o olho contralateral.

O principal objetivo da pesquisa é avaliar a eficácia de terapias medicamentosas e cirúrgicas utilizadas para combater o problema. Atualmente, o tratamento é realizado apenas em Cuba. Em 2003, o Ministério da Saúde gastou em torno de R$ 1 milhão para encaminhar pacientes para tratamento na ilha.

A retinose pigmentar é uma doença degenerativa da retina, de caráter hereditário. As pessoas afetadas sofrem um processo de degeneração dos cones e bastonetes da retina. A retinose pigmentar provoca perda de visão noturna e dificuldade de enxergar quando há pouca luminosidade ou claridade excessiva. Também ocasiona perda progressiva da visão periférica e estreitamento do campo visual, que pode levar à visão tubular.

Geralmente, os primeiros sintomas da doença aparecem entre os 10 e 30 anos, mas a retinose pigmentar congênita também é detectada em recém-nascidos. O ritmo em que se dá a perda do campo visual varia de pessoa para pessoa – costuma estar relacionado à herança genética e a fatores ambientais como estresse, tabagismo, alimentação e medicamentos. O diagnóstico nem sempre é simples e é realizado com base no exame clínico ocular e testes subsidiários especializados.

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    O principal objetivo da pesquisa é avaliar a eficácia de terapias medicamentosas e cirúrgicas utilizadas para combater o problema. Atualmente, o tratamento é realizado apenas em Cuba. Em 2003, o Ministério da Saúde gastou em torno de R$ 1 milhão para encaminhar pacientes para tratamento na ilha.

    A retinose pigmentar é uma doença degenerativa da retina, de caráter hereditário. As pessoas afetadas sofrem um processo de degeneração dos cones e bastonetes da retina. A retinose pigmentar provoca perda de visão noturna e dificuldade de enxergar quando há pouca luminosidade ou claridade excessiva. Também ocasiona perda progressiva da visão periférica e estreitamento do campo visual, que pode levar à visão tubular.

    Geralmente, os primeiros sintomas da doença aparecem entre os 10 e 30 anos, mas a retinose pigmentar congênita também é detectada em recém-nascidos. O ritmo em que se dá a perda do campo visual varia de pessoa para pessoa – costuma estar relacionado à herança genética e a fatores ambientais como estresse, tabagismo, alimentação e medicamentos. O diagnóstico nem sempre é simples e é realizado com base no exame clínico ocular e testes subsidiários especializados.

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