Menu
Promoções

Diagnóstico pode ser difícil

Arquivo Geral

13/11/2004 0h00

Por se manifestar de formas múltiplas, o reconhecimento da doença é difícil. Então, pais, prestem atenção, não raro, seus filhos saem dos consultórios com o tratamento equivocado.

“O diagnóstico de rinite alérgica é com freqüência omitido nessas crianças, que são tratadas com múltiplas doses de antibióticos. É muito importante ter em mente o conceito de doença sistêmica. Ele nos alerta para a necessidade do controle da rinite e, indiretamente, das outras manifestações respiratórias”, afirma Maria Cândida.

Todo cuidado é pouco neste caso. A respiração pela boca, em decorrência da inflamação nasal, pode trazer malefícios para a criança. “Crianças com rinite alérgica tornam-se respiradores orais, roncam à noite, queixam-se de dificuldade para dormir e fragmentação do sono. Esses fatores acabam afetando o crescimento normal da criança. Além disso, ao respirar pela boca, a criança anula a função nasal de filtrar, umidificar e aquecer o ar, o que também leva à inflamação da garganta”, aponta Maria Cândida.

A rinite alérgica pode ainda causar dificuldade de concentração e perda cognitiva. Com esse problemas, as crianças tendem a perder o rendimento escolar, prejudicando a a sua qualidade de vida.

Se o seu filho apresenta estes sintomas, não hesite em procurar um médico. “Deve ser vista a história clínica do paciente conversando com ele no consultório. A partir daí podemos pedir um exame físico, raio-X, uma avaliação pneumológica, uma endoscopia nasal, exames de sangue e outros exames complementares”, informa a dra. Alessandra Ramos.

Para tratar a alergia existem várias medicações. No caso das crianças é recomendado o uso de soro fisiológico. Para todos, é indicado o uso de medicação via oral, tópica no nariz, ou seja diretamente no local, e a imunoterapia a base de vacinas. “Depende do tipo de alergia e do quadro clínico do paciente”, esclarece a dra. Alessandra Ramos.

    Você também pode gostar

    Diagnóstico pode ser difícil

    Arquivo Geral

    13/11/2004 0h00

    Por se manifestar de formas múltiplas, o reconhecimento da doença é difícil. Então, pais, prestem atenção, não raro, seus filhos saem dos consultórios com o tratamento equivocado.

    “O diagnóstico de rinite alérgica é com freqüência omitido nessas crianças, que são tratadas com múltiplas doses de antibióticos. É muito importante ter em mente o conceito de doença sistêmica. Ele nos alerta para a necessidade do controle da rinite e, indiretamente, das outras manifestações respiratórias”, afirma Maria Cândida.

    Todo cuidado é pouco neste caso. A respiração pela boca, em decorrência da inflamação nasal, pode trazer malefícios para a criança. “Crianças com rinite alérgica tornam-se respiradores orais, roncam à noite, queixam-se de dificuldade para dormir e fragmentação do sono. Esses fatores acabam afetando o crescimento normal da criança. Além disso, ao respirar pela boca, a criança anula a função nasal de filtrar, umidificar e aquecer o ar, o que também leva à inflamação da garganta”, aponta Maria Cândida.

    A rinite alérgica pode ainda causar dificuldade de concentração e perda cognitiva. Com esse problemas, as crianças tendem a perder o rendimento escolar, prejudicando a a sua qualidade de vida.

    Se o seu filho apresenta estes sintomas, não hesite em procurar um médico. “Deve ser vista a história clínica do paciente conversando com ele no consultório. A partir daí podemos pedir um exame físico, raio-X, uma avaliação pneumológica, uma endoscopia nasal, exames de sangue e outros exames complementares”, informa a dra. Alessandra Ramos.

    Para tratar a alergia existem várias medicações. No caso das crianças é recomendado o uso de soro fisiológico. Para todos, é indicado o uso de medicação via oral, tópica no nariz, ou seja diretamente no local, e a imunoterapia a base de vacinas. “Depende do tipo de alergia e do quadro clínico do paciente”, esclarece a dra. Alessandra Ramos.

      Você também pode gostar

      Diagnóstico pode ser difícil

      Arquivo Geral

      13/10/2004 0h00

      Por se manifestar de formas múltiplas, o reconhecimento da doença é difícil. Então, pais, prestem atenção: não raro, seus filhos saem dos consultórios com o tratamento equivocado.

      “O diagnóstico de rinite alérgica é, com freqüência, omitido nessas crianças, que são tratadas com múltiplas doses de antibióticos. É muito importante ter em mente o conceito de doença sistêmica. Ele nos alerta para a necessidade do controle da rinite e, indiretamente, das outras manifestações respiratórias”, afirma Maria Cândida.

      Todo cuidado é pouco neste caso. A respiração pela boca, em decorrência da inflamação nasal, pode trazer malefícios para a criança. “Crianças com rinite alérgica tornam-se respiradores orais, roncam à noite, queixam-se de dificuldade para dormir e de fragmentação do sono. Esses fatores acabam afetando o crescimento normal da criança. Além disso, ao respirar pela boca, a criança anula a função nasal de filtrar, umidificar e aquecer o ar, o que também leva à inflamação da garganta”, aponta Maria Cândida.

      A rinite alérgica pode ainda causar dificuldade de concentração e perda cognitiva. Com esses problemas, tendem a perder o rendimento escolar, prejudicando a a sua qualidade de vida.

      Se o seu filho apresenta estes sintomas, não hesite em procurar um médico. “Deve ser vista a história clínica do paciente conversando com ele no consultório. A partir daí podemos pedir um exame físico, raio-X, uma avaliação pneumológica, uma endoscopia nasal, exames de sangue e outros exames complementares”, atenta a médica Alessandra Ramos.

      Para tratar a alergia existem várias medicações. No caso das crianças é recomendado o uso de soro fisiológico. Para todos, é indicado o uso de medicação via oral, tópica no nariz, ou seja diretamente no local, e a imunoterapia a base de vacinas. “Depende do tipo de alergia e do quadro clínico do paciente”, esclarece Alessandra.

        Você também pode gostar

        Diagnóstico pode ser difícil

        Arquivo Geral

        13/10/2004 0h00

        Por se manifestar de formas múltiplas, o reconhecimento da doença é difícil. Então, pais, prestem atenção: não raro, seus filhos saem dos consultórios com o tratamento equivocado.

        “O diagnóstico de rinite alérgica é, com freqüência, omitido nessas crianças, que são tratadas com múltiplas doses de antibióticos. É muito importante ter em mente o conceito de doença sistêmica. Ele nos alerta para a necessidade do controle da rinite e, indiretamente, das outras manifestações respiratórias”, afirma Maria Cândida.

        Todo cuidado é pouco neste caso. A respiração pela boca, em decorrência da inflamação nasal, pode trazer malefícios para a criança. “Crianças com rinite alérgica tornam-se respiradores orais, roncam à noite, queixam-se de dificuldade para dormir e de fragmentação do sono. Esses fatores acabam afetando o crescimento normal da criança. Além disso, ao respirar pela boca, a criança anula a função nasal de filtrar, umidificar e aquecer o ar, o que também leva à inflamação da garganta”, aponta Maria Cândida.

        A rinite alérgica pode ainda causar dificuldade de concentração e perda cognitiva. Com esses problemas, tendem a perder o rendimento escolar, prejudicando a a sua qualidade de vida.

        Se o seu filho apresenta estes sintomas, não hesite em procurar um médico. “Deve ser vista a história clínica do paciente conversando com ele no consultório. A partir daí podemos pedir um exame físico, raio-X, uma avaliação pneumológica, uma endoscopia nasal, exames de sangue e outros exames complementares”, atenta a médica Alessandra Ramos.

        Para tratar a alergia existem várias medicações. No caso das crianças é recomendado o uso de soro fisiológico. Para todos, é indicado o uso de medicação via oral, tópica no nariz, ou seja diretamente no local, e a imunoterapia a base de vacinas. “Depende do tipo de alergia e do quadro clínico do paciente”, esclarece Alessandra.

          Você também pode gostar

          Assine nossa newsletter e
          mantenha-se bem informado