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Diagnóstico exige análise detalhada

Arquivo Geral

23/08/2004 0h00

Para se fazer o diagnóstico da incontinência urinária, a paciente precisa procurar um especialista que vai analisar detalhadamente o problema.

O médico vai investigar o início dos sintomas. Para isso poderá descartar a presença de infecção urinária, cálculos, tumores, neuropatias e uso de medicamentos. Durante o exame físico pede-se para a paciente tossir, para que ela force a perda urinária.

De qualquer forma um exame de análise de urina é imprescindível. O teste urodinâmico vai determinar se existem outras alterações da bexiga e da uretra.

O tratamento vai depender do tipo e das causas da incontinência urinária. Entre os procedimento que poderá tomar, a paciente tem que estar preparada para alguns sacrifícios, desde pequenos, comoperder peso, como grandes, como é o caso de ter de parar de fumar, caso se enquadre na turma dos fumantes.

Os sintomos do problema podem ser aliviados com medicamentos, fisioterapia para o assoalho pélvico (o exercício conhecido como Kegel pode ajudar a melhorar em até 75% os sintomas) e até com o uso de aparelhos eletroestimuladores.

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    23/08/2004 0h00

    Para se fazer o diagnóstico da incontinência urinária, a paciente precisa procurar um especialista que vai analisar detalhadamente o problema.

    O médico vai investigar o início dos sintomas. Para isso poderá descartar a presença de infecção urinária, cálculos, tumores, neuropatias e uso de medicamentos. Durante o exame físico pede-se para a paciente tossir, para que ela force a perda urinária.

    De qualquer forma um exame de análise de urina é imprescindível. O teste urodinâmico vai determinar se existem outras alterações da bexiga e da uretra.

    O tratamento vai depender do tipo e das causas da incontinência urinária. Entre os procedimento que poderá tomar, a paciente tem que estar preparada para alguns sacrifícios, desde pequenos, comoperder peso, como grandes, como é o caso de ter de parar de fumar, caso se enquadre na turma dos fumantes.

    Os sintomos do problema podem ser aliviados com medicamentos, fisioterapia para o assoalho pélvico (o exercício conhecido como Kegel pode ajudar a melhorar em até 75% os sintomas) e até com o uso de aparelhos eletroestimuladores.

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