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Diabéticos e hipertensos terão remédio de graça

Arquivo Geral

18/05/2004 0h00

O governo vai distribuir gratuitamente remédios contra diabetes e hipertensão pelo Sistema Único de Saúde (SUS), com todos os custos financiados pela União. Anteriormente, gastos nessa área eram divididos com estados e municípios. A informação é do ministro da Saúde, Humberto Costa, que iniciou, ontem, sua participação na Assembléia Mundial da Saúde, em Genebra, na Suíça. Costa anunciou também que o governo subsidiará a venda de medicamentos para as duas doenças nas farmácias particulares.

O ministro não deu informações de quanto essa iniciativa vai custar aos cofres públicos, mas adiantou que os subsídios aos remédios fazem parte das medidas que o governo deve adotar para internalizar a nova estratégia da Organização Mundial da Saúde (OMS) sobre a dieta e contra a obesidade, um dos pontos principais a serem discutidos durante o evento na Suíça.

“O governo vai montar uma comissão interministerial cujo objetivo é implementar a resolução a ser tomada pela OMS (sobre dieta e contra a obesidade)”, disse Humberto Costa. “No Ministério da Saúde, vamos adotar uma política integral de atenção ao obeso e de prevenção. Isso inclui o estímulo às atividades físicas e orientação de dieta. Vamos ainda garantir a todos os diabéticos e a hipertensos o acesso aos 14 medicamentos essenciais, que serão disponibilizados de forma gratuita no SUS (Sistema Único de Saúde). Isso já ocorria, mas por intermédio de estados, governo federal e municípios. Agora, vamos assumir todo o projeto”, explicou o ministro.

O Brasil reafirmará, em Genebra, o posicionamento favorável à Estratégia Global da Organização Mundial de Saúde (OMS) sobre dieta, atividade física e saúde. A proposta da OMS aponta recomendações para que as nações que fazem parte da instituição combatam a chamada epidemia de obesidade.

“A estratégia aponta para um dos mais graves problemas de saúde pública em todo o mundo”, diz o secretário nacional de Vigilância em Saúde, Jarbas Barbosa. Reduzir o consumo de açúcar, sal e gorduras é um dos pontos principais do texto. O Ministério da Saúde está convencido da importância de estratégias para prevenir doenças crônicas, por meio do estímulo à alimentação saudável, à prática de atividades físicas e à rejeição ao tabagismo.

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    18/05/2004 0h00

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    O ministro não deu informações de quanto essa iniciativa vai custar aos cofres públicos, mas adiantou que os subsídios aos remédios fazem parte das medidas que o governo deve adotar para internalizar a nova estratégia da Organização Mundial da Saúde (OMS) sobre a dieta e contra a obesidade, um dos pontos principais a serem discutidos durante o evento na Suíça.

    “O governo vai montar uma comissão interministerial cujo objetivo é implementar a resolução a ser tomada pela OMS (sobre dieta e contra a obesidade)”, disse Humberto Costa. “No Ministério da Saúde, vamos adotar uma política integral de atenção ao obeso e de prevenção. Isso inclui o estímulo às atividades físicas e orientação de dieta. Vamos ainda garantir a todos os diabéticos e a hipertensos o acesso aos 14 medicamentos essenciais, que serão disponibilizados de forma gratuita no SUS (Sistema Único de Saúde). Isso já ocorria, mas por intermédio de estados, governo federal e municípios. Agora, vamos assumir todo o projeto”, explicou o ministro.

    O Brasil reafirmará, em Genebra, o posicionamento favorável à Estratégia Global da Organização Mundial de Saúde (OMS) sobre dieta, atividade física e saúde. A proposta da OMS aponta recomendações para que as nações que fazem parte da instituição combatam a chamada epidemia de obesidade.

    “A estratégia aponta para um dos mais graves problemas de saúde pública em todo o mundo”, diz o secretário nacional de Vigilância em Saúde, Jarbas Barbosa. Reduzir o consumo de açúcar, sal e gorduras é um dos pontos principais do texto. O Ministério da Saúde está convencido da importância de estratégias para prevenir doenças crônicas, por meio do estímulo à alimentação saudável, à prática de atividades físicas e à rejeição ao tabagismo.

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