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Detetive neurótico entra em sua terceira temporada

Arquivo Geral

19/01/2005 0h00

Ele tem horror a germes, não gosta de sair de casa, se recusa a trocar um simples aperto de mão com outras pessoas e não pode ver um quadro torto na parede sem ter uma crise de nervos. Mesmo com todos os tiques e manias, Adrian Monk, o detetive interpretado por Tony Shaloub no seriado Monk (Universal Channel/NET) , é capaz de decifrar mistérios, aparentemente insolúveis, antes que o Departamento de Polícia de São Francisco o faça.

Além de herói da corporação, o personagem virou ídolo de muitos portadores de Transtorno Obsessivo Compulsivo, um distúrbio de ansiedade. “No começo, tivemos medo de que os portadores de TOC se ofendessem. Mas a receptividade foi muito boa. Tanto que em fevereiro fui convidado a receber uma homenagem dos Portadores da Síndrome de Tourette, em Los Angeles”, disse Tony Shaloub em entrevista por telefone na semana passada. “Monk é brilhante e se supera”, completou o ator, que jura não ter nenhuma fobia ou mania na vida real.

Tony Shaloub conversou com a imprensa estrangeira para falar sobre a terceira temporada do programa e a entrada de um novo personagem. Em dezembro, a atriz Bitti Schram, que interpretava a assistente-enfermeira-babá de Monk, Sharona, deixou o seriado. Algumas publicações americanas afirmam que Bitti queria um salário maior. Já a emissora garante que a troca de personagens já era prevista. A substituta é a atriz Traylor Howard. No papel de Natalie Teeger, ela entra na história quando Monk é chamado para descobrir quem invadiu sua casa. Depois de resolver o mistério, ele decide contratar a moça – que é viúva e tem uma filha – para ser sua assistente.

O humor, além da solução dos crimes, é o que faz de Monk um dos grandes sucessos da TV paga. Segundo o Ibope Telereport, durante o período em que foram exibidos episódios inéditos da série, nos meses de setembro e outubro de 2004, Monk foi a segunda série mais vista, entre todas as séries da TV por assinatura.

Mas há quem ainda não tenha caído nas graças do seriado. A própria Traylor revela que, antes de ser convidada a participar, não tinha assistido a nenhum episódio.

Se a química entre ela e Monk vai funcionar nas telas, os telespectadores brasileiros vão saber a partir do dia 23 de fevereiro, quando estréia a nova temporada da série. Outras novidades incluem a adoção de uma criança e até uma nova namorada para o detetive mais neurótico do planeta.

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    Além de herói da corporação, o personagem virou ídolo de muitos portadores de Transtorno Obsessivo Compulsivo, um distúrbio de ansiedade. “No começo, tivemos medo de que os portadores de TOC se ofendessem. Mas a receptividade foi muito boa. Tanto que em fevereiro fui convidado a receber uma homenagem dos Portadores da Síndrome de Tourette, em Los Angeles”, disse Tony Shaloub em entrevista por telefone na semana passada. “Monk é brilhante e se supera”, completou o ator, que jura não ter nenhuma fobia ou mania na vida real.

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    O humor, além da solução dos crimes, é o que faz de Monk um dos grandes sucessos da TV paga. Segundo o Ibope Telereport, durante o período em que foram exibidos episódios inéditos da série, nos meses de setembro e outubro de 2004, Monk foi a segunda série mais vista, entre todas as séries da TV por assinatura.

    Mas há quem ainda não tenha caído nas graças do seriado. A própria Traylor revela que, antes de ser convidada a participar, não tinha assistido a nenhum episódio.

    Se a química entre ela e Monk vai funcionar nas telas, os telespectadores brasileiros vão saber a partir do dia 23 de fevereiro, quando estréia a nova temporada da série. Outras novidades incluem a adoção de uma criança e até uma nova namorada para o detetive mais neurótico do planeta.

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