Se você não agüenta mais ver as maldades de coronel Licurgo (Luís Melo) em JK, há uma luz no fim do túnel. O vilão morre louco e sozinho no fim da segunda fase da minissérie, prevista para a primeira semana de fevereiro.
“Licurgo vai envelhecendo, sendo assaltado pelas recordações de todas as suas maldades e morre louco”, conta o autor de JK, Alcides Nogueira. “Na minha opinião, este é o pior castigo para um homem: ter de conviver com seus demônios.”
Antes de morrer, porém, o mau-caráter continua aprontando muito. Sempre pensando em Salomé (Deborah Evelyn), Licurgo transou com Guiomar (Ana Carbatti) e acabou engravidando a cozinheira da fazenda.
Ao ouvir Guiomar e Salomé arquitetando um plano de fuga, o coronel prendeu a mãe do seu filho num casebre próximo à fazenda. Ela acabou entrando em trabalho de parto, foi encontrada por Maria (Cássia Kiss) e salva por Juscelino (Wagner Moura) – mas a criança nasceu morta.
Mas Licurgo não se emendou, e ainda tentou prejudicar seu filho bastardo Antenor (Rafael Miguel), que está estudando em um seminário: foi até lá, com a firme intenção de tirar o rapaz de sua clausura. Exigiu que o padre-reitor (Gilles Gwizdek) buscasse o garoto, mas tomou bronca: como ele oficialmente é filho de Zinque (Dan Stulbach), só poderá sair da instituição com autorização dele.
Cássia Kiss já terminou de gravar sua participação em JK. A última cena de Maria foi gravada na última sexta-feira, no Projac. “Vou aproveitar para fazer as unhas e cortar o cabelo. Estou muito acabada”, brincou a atriz.