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Descobertas pelo celular

Arquivo Geral

08/06/2004 0h00

A comédia brasileira Viva Voz continua em cartaz em cinco salas de cinema da cidade (Pier 21, Taguatinga Shopping, Cine Academia, ParkShopping e Cine Márcia). Sob direção de Paulo Morelli, o filme narra a história de Duda (Dan Stulbach), um empresário inseguro, que até hoje se sente culpado pela morte do irmão, que aconteceu em um acidente de carro há dez anos. Ele está para receber uma alta quantia em dinheiro proveniente de uma transação ilegal e, com isso, pretende pôr sua vida em ordem, inclusive encerrar o longo romance que mantém com Karina (Graziella Moretto), sua amante. O primeiro passo é terminar com ela, que trabalha na confecção. Quando vai falar sobre sua decisão, Karina não aceita a decisão e tenta agarrá-lo, e aciona a tecla send do celular de Duda, ligando para o último número discado, o de sua mulher, Mari (Viviane Pasmanter). A partir daí, numa única tarde, Mari e sua amiga Déia (Betty Gofman) acompanham pelo viva-voz tudo o que acontece com Duda e fazem muitas de descobertas. Em um dia, ele passa por uma sequência de acontecimentos desconcertantes: vai ao motel com Karina, é traído, sequestrado em caixas eletrônicos, doleiros desviando dinheiro, assaltantes amadores, policiais cafajestes e uma tentativa frustrada de assassinato. A idéia central de Viva Voz surgiu por acaso durante o Réveillon de 2000, quando o diretor Paulo Morelli recebeu por engano uma ligação de celular de um amigo que nem tinha percebido que a ligação havia sido feita.

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