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Descendo a ladeira

Arquivo Geral

24/11/2005 0h00

Depois reclamam. Na noite de segunda-feira, tentando “bombar” a sua audiência depois de “rifar” o João Kleber, a Rede TV! se utilizou do Superpop para promover uma noite de funk. E o que se viu e ouviu, em meio a closes ginecológicos, foram coisas do tipo “tá arranhando, mas tá entrando…” ou “tá doendo, mas tá entrando”. No centro de tudo, dona Luciana Gimenez, rindo e fazendo cara de surpresa. Queria saber, sinceramente, o que acha disso aquela associação das emissoras. Longe de qualquer um defender, ainda que de leve, qualquer tipo de censura. Nem a palavra deveria mais existir. Só quem viveu os tempos bicudos de outrora sabe o que ela significa, mas a televisão do Brasil, com 55 anos de vida, poderia ter um pouco mais de responsabilidade e juízo. Onde anda o tal do bom senso? Volto às mesmas perguntas de dois dias: Cadê o tão prometido código de ética? Cadê a ética mesmo sem código?

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      Arquivo Geral

      25/08/2005 0h00

      Dentro do previsto, Silvio Santos chegou das suas férias e tomou um grande susto com a baixa audiência do seu SBT. A coisa está feia e todas as explicações até agora fornecidas não convencem mais ninguém. O Ratinho caiu de bico. Para se ter uma idéia da trágica situação em que se encontra, no começo de noite da terça-feira passada, o seu programa chegou ao sexto lugar, perdendo para a TV Globo, Record, Bandeirantes, Rede TV! e TV Gazeta, em São Paulo, com ridículos 2,3 pontos no Ibope. Fechou com 4 de média, empatado com a Rede TV! e Bandeirantes. E não adianta mais botar culpa no horário. O programa é muito ruim. Está abaixo da crítica. Só para se ter uma idéia mais exata da gravidade da coisa, anos atrás, quando ainda dava seus primeiros passos na televisão, sem nenhum tipo de apoio ou divulgação, Ratinho nunca deu menos de 3 pontos em seus tempos de CNT/Gazeta. E não existe mistério no caso, porque já ficou demonstrado que essa produção atual não se adapta às reais características do apresentador. É o chamado efeito dominó. Caiu o Ratinho, o SBT Brasil estabilizou sua média nos 9 pontos, o Roda Roda também ficou comprometido. A novela Os Ricos Também Choram, agora em luta direta com América da Globo, também despencou. É uma situação preocupante. No mínimo.

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        25/08/2005 0h00

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          18/07/2005 0h00

          É uma coisa histórica: como já ficou demonstrado através dos tempos, todo e qualquer programa humorístico da nossa tevê tem o seu prazo de validade bem definido. A maioria, em média, consegue ter uma vida saudável por dois ou três anos. É difícil, quase impossível, ir além disso. A Praça é Nossa, do SBT, e o Casseta & Planeta, da Globo, podem ser colocados como exceção à regra. São programas com características diferentes, mas que resistem heroicamente e devem ser destacados, entre outras coisas, por contornarem esse quase inevitável desgaste que o tempo provoca. Não podemos esquecer que A Grande Família, apesar da excelente audiência registrada nos dias atuais, é um programa que já existiu, saiu do ar e agora voltou remodelado. Renato Aragão, com a sua A Turma do Didi, é um caso parecido. Herdeiro do antigo Os Trapalhões, hoje está muito longe de atender às necessidades de quem procura um bom humorístico em nosso vídeo. A Praça e o Casseta são os dois únicos casos de resistência, muito pouco, se considerarmos a existência das muitas horas de programação que as nossas muitas redes de televisão oferecem. O humor na televisão brasileira, lamentavelmente, está em franca decadência.

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            É uma coisa histórica: como já ficou demonstrado através dos tempos, todo e qualquer programa humorístico da nossa tevê tem o seu prazo de validade bem definido. A maioria, em média, consegue ter uma vida saudável por dois ou três anos. É difícil, quase impossível, ir além disso. A Praça é Nossa, do SBT, e o Casseta & Planeta, da Globo, podem ser colocados como exceção à regra. São programas com características diferentes, mas que resistem heroicamente e devem ser destacados, entre outras coisas, por contornarem esse quase inevitável desgaste que o tempo provoca. Não podemos esquecer que A Grande Família, apesar da excelente audiência registrada nos dias atuais, é um programa que já existiu, saiu do ar e agora voltou remodelado. Renato Aragão, com a sua A Turma do Didi, é um caso parecido. Herdeiro do antigo Os Trapalhões, hoje está muito longe de atender às necessidades de quem procura um bom humorístico em nosso vídeo. A Praça e o Casseta são os dois únicos casos de resistência, muito pouco, se considerarmos a existência das muitas horas de programação que as nossas muitas redes de televisão oferecem. O humor na televisão brasileira, lamentavelmente, está em franca decadência.

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