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Delícias a partir de um pão dormido

Arquivo Geral

20/05/2005 0h00

Em meio a uma das milenares vielas de acesso à Fontana de Trevi, em Roma, há um pequeno restaurante cujo cardápio traz exatas 60 variações de bruschetta, o antepasto mais consumido na Itália e, talvez, o mais difundido no Brasil. No verso do menu da casa, conta-se um pouco da história da saborosa iguaria italiana, que, dependendo da região, apresenta-se nas mais diversas formas.

A origem da bruschetta remonta à antigüidade, entre os trabalhadores rurais, quando o pão era o principal alimento e, quando velho, podia ser aproveitado de maneira deliciosa. Esta é a bruschetta. Com o passar do tempo, os chefs perceberam que até um pedaço de pão tostado pode e deve receber uma gama de variações saborosas e criativas.

O chef Alexandre Rigon, do restaurante Your´s, é um dos que se renderam à entrada italiana. Na casa, instalada no Lago Sul, a bruschetta é um dos antepastos que mais saem. Lá, há três variações bastante interessantes. O pão pode vir coberto de mussarela de búfala com berinjela agridoce, margherita ou aliche. Nos três casos, os pães são muito bem-aproveitados pelo chef. Para quem gosta de sabor mais salgado, a sugestão é escolher o de aliche, ideal para acompanhar uma cerveja gelada. A apresentação do prato na casa é muito legal. São 12 minibruschettas, que servem até quatro pessoas, e saem a R$ 19,30.

Já o proprietário das pizzarias Baco, Gil Guimarães, que volta e meia cria algo diferente sobre o clássico, aposta na fórmula tradicional quando o assunto é o antepasto italiano. Gil serve a entrada italiana com tomate-caqui bem maduro, azeite extravirgem, sal e, por cima de tudo, manjericão fresco. Na Baco, a bruschetta sai a R$, 7,70 a unidade. No restaurante, o pão é feito na casa e o tamanho é generoso.

Como a bruschetta varia de região para região na Itália, dependendo do tipo de pão, Paulo Melo, proprietário e responsável pelas delícias que saem do forno da rede de pizzaria Dona Lenha, usa massa finíssima de pizza no preparo da iguaria.

Na casa, o nome do antepasto italiano é crostini. São duas variações. A primeira vem com tapenague – “um molho feito de azeitonas pretas, alho, aliche e azeite extravirgem”, explica Paulo Melo. A outra é de molho pesto, à base de nozes, alho, óleo e manjericão. Saem a R$ 12.

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    20/05/2005 0h00

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    A origem da bruschetta remonta à antigüidade, entre os trabalhadores rurais, quando o pão era o principal alimento e, quando velho, podia ser aproveitado de maneira deliciosa. Esta é a bruschetta. Com o passar do tempo, os chefs perceberam que até um pedaço de pão tostado pode e deve receber uma gama de variações saborosas e criativas.

    O chef Alexandre Rigon, do restaurante Your´s, é um dos que se renderam à entrada italiana. Na casa, instalada no Lago Sul, a bruschetta é um dos antepastos que mais saem. Lá, há três variações bastante interessantes. O pão pode vir coberto de mussarela de búfala com berinjela agridoce, margherita ou aliche. Nos três casos, os pães são muito bem-aproveitados pelo chef. Para quem gosta de sabor mais salgado, a sugestão é escolher o de aliche, ideal para acompanhar uma cerveja gelada. A apresentação do prato na casa é muito legal. São 12 minibruschettas, que servem até quatro pessoas, e saem a R$ 19,30.

    Já o proprietário das pizzarias Baco, Gil Guimarães, que volta e meia cria algo diferente sobre o clássico, aposta na fórmula tradicional quando o assunto é o antepasto italiano. Gil serve a entrada italiana com tomate-caqui bem maduro, azeite extravirgem, sal e, por cima de tudo, manjericão fresco. Na Baco, a bruschetta sai a R$, 7,70 a unidade. No restaurante, o pão é feito na casa e o tamanho é generoso.

    Como a bruschetta varia de região para região na Itália, dependendo do tipo de pão, Paulo Melo, proprietário e responsável pelas delícias que saem do forno da rede de pizzaria Dona Lenha, usa massa finíssima de pizza no preparo da iguaria.

    Na casa, o nome do antepasto italiano é crostini. São duas variações. A primeira vem com tapenague – “um molho feito de azeitonas pretas, alho, aliche e azeite extravirgem”, explica Paulo Melo. A outra é de molho pesto, à base de nozes, alho, óleo e manjericão. Saem a R$ 12.

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