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De volta o mutirão de cirurgias ortopédicas

Arquivo Geral

05/08/2004 0h00

Depois de três anos, o Ministério da Saúde vai retomar o mutirão de cirurgias ortopédicas. Em 2001, o Instituto Nacional de Traumato-Ortopedia (Into) do Ministério da Saúde fez seu primeiro mutirão e está retornando o projeto, realizando inclusive procedimentos cirúrgicos em áreas até então inéditas. As primeiras cirurgias, de fixador externo, estão marcadas para os 4, 5 e 6 de agosto. Na semana seguinte, de 9 a 13, será a vez das cirurgias infantis, todas no Rio de Janeiro.

Normalmente, são feitas 12 cirurgias de fixador externo no instituto por semana. Com o mutirão, uma equipe de 15 profissionais do Into vai operar 25 pacientes com patologias nos membros inferiores. Atualmente, há cerca de 70 pacientes na fila de espera por uma cirurgia dessa especialidade.

Serão tratados diversos problemas ortopédicos, como discrepância de comprimento entre as pernas, perda de fragmentos ósseos em virtude de traumas, como fraturas expostas ou tumores, correção de deformidades, como pernas tortas, defeitos congênitos e fraturas, e alongamento ósseo em crianças e adolescentes com nanismo, nos casos em que a aplicação de hormônios não foi bem-sucedida.

Serão operados também pacientes com infecções ósseas em que a doença destruiu o osso, criando a necessidade de reposição do tecido. Nesses casos, quando não é possível o uso de platina, o fixador ajuda o osso a se refazer, enquanto o paciente passa por tratamento específico para a doença.

No mutirão infantil, serão operadas crianças com deformidades conseqüentes de doenças, como paralisia cerebral, artrogripose (articulações duras, sem movimento) e mielomeningocele ou deformidades congênitas, como encurtamento de membro, por exemplo.

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    05/08/2004 0h00

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    Normalmente, são feitas 12 cirurgias de fixador externo no instituto por semana. Com o mutirão, uma equipe de 15 profissionais do Into vai operar 25 pacientes com patologias nos membros inferiores. Atualmente, há cerca de 70 pacientes na fila de espera por uma cirurgia dessa especialidade.

    Serão tratados diversos problemas ortopédicos, como discrepância de comprimento entre as pernas, perda de fragmentos ósseos em virtude de traumas, como fraturas expostas ou tumores, correção de deformidades, como pernas tortas, defeitos congênitos e fraturas, e alongamento ósseo em crianças e adolescentes com nanismo, nos casos em que a aplicação de hormônios não foi bem-sucedida.

    Serão operados também pacientes com infecções ósseas em que a doença destruiu o osso, criando a necessidade de reposição do tecido. Nesses casos, quando não é possível o uso de platina, o fixador ajuda o osso a se refazer, enquanto o paciente passa por tratamento específico para a doença.

    No mutirão infantil, serão operadas crianças com deformidades conseqüentes de doenças, como paralisia cerebral, artrogripose (articulações duras, sem movimento) e mielomeningocele ou deformidades congênitas, como encurtamento de membro, por exemplo.

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