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De mãos dadas com a má sorte

Arquivo Geral

25/01/2006 0h00

Quando será que Cemil (Leopoldo Pacheco) vai se livrar das urucubacas? O coitado foi abandonado pela mulher, viu seu amor platônico (Júlia/Glória Pires) nos braços de outro, é filho bastardo, pai de um garoto de programa e agora ainda vai perder Mônica (Camila Pitanga) para Alberto (Alexandre Borges).

“Cemil tem uma nuvenzinha preta em cima da cabeça”, resume Leopoldo. E esta característica é uma das que ele aprecia, como um desafio para viver esse personagem: “Gosto de fazer coisas diferentes. Saí de um vilão (o Leôncio de Escrava Isaura, em reprise na Record) e caí num personagem que é pura sensibilidade”.

A perda de Mônica vai deixar Cemil desorientado. E tudo não passará de uma armação de Alberto. O empresário vai chantagear André (Marcello Antony), dizendo que não contará a Júlia que ele tem uma amante se ele o ajudar a ficar com Mônica. O presidente da Belíssima vai ao pai, Quiqui (Serafim Gonzalez), convence-o de que Cemil não é boa gente e consegue afastar o casal. Alberto pede Mônica em casamento e, pensando em Toninho (Tomas Veloso), ela aceita.
“As pessoas dizem para Cemil deixar de ser bobo, explodir com Alberto e impedir de qualquer jeito que ele fique com Mônica”, conta Leopoldo. No final, o amor pode falar mais alto.

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