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Dança para cegos inspira Glória Perez

Arquivo Geral

21/06/2005 0h00

Ela é bailarina, fisioterapeuta e empresária, mas foi com o trabalho voluntário que Fernanda Bianchini, 26 anos, se realizou. Há dez anos, ela está à frente da Associação de Balé e Artes para Cegos Fernanda Bianchini (ABCFB) que oferece cursos gratuitos de dança e artes para crianças e adolescentes cegos e recentemente passou a oferecer expressão corporal para idosos também com deficiência visual. Fernanda desenvolveu um método pioneiro para ensinar dança, que acabou sendo sua tese de mestrado e vai ser publicado em livro brevemente.

Além de colaborar no equilíbrio e auto-estima desses deficientes, em uma década de trabalho, o instituto colhe hoje frutos com a formação do único grupo de balé clássico profissional do mundo, formado somente por deficientes visuais. Foi depois de assistir a apresentação de um grupo de meninas no Teatro Municipal de São Paulo, que a novelista Glória Perez se inspirou nas cenas do Balé.

Um dos motes da trama é a inclusão dos deficientes visuais e agora é possível ver a personagem Flor, vivida por Bruna Marquesini, usando a palmeira para aprender a dançar. “Para mim é mais do que um privilégio ver a multiplicação desse trabalho, é uma benção, já que 10% da população brasileira tem algum tipo de deficiência”, diz Bianchini.

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    Arquivo Geral

    21/06/2005 0h00

    Ela é bailarina, fisioterapeuta e empresária, mas foi com o trabalho voluntário que Fernanda Bianchini, 26 anos, se realizou. Há dez anos, ela está à frente da Associação de Balé e Artes para Cegos Fernanda Bianchini (ABCFB) que oferece cursos gratuitos de dança e artes para crianças e adolescentes cegos e recentemente passou a oferecer expressão corporal para idosos também com deficiência visual. Fernanda desenvolveu um método pioneiro para ensinar dança, que acabou sendo sua tese de mestrado e vai ser publicado em livro brevemente.

    Além de colaborar no equilíbrio e auto-estima desses deficientes, em uma década de trabalho, o instituto colhe hoje frutos com a formação do único grupo de balé clássico profissional do mundo, formado somente por deficientes visuais. Foi depois de assistir a apresentação de um grupo de meninas no Teatro Municipal de São Paulo, que a novelista Glória Perez se inspirou nas cenas do Balé.

    Um dos motes da trama é a inclusão dos deficientes visuais e agora é possível ver a personagem Flor, vivida por Bruna Marquesini, usando a palmeira para aprender a dançar. “Para mim é mais do que um privilégio ver a multiplicação desse trabalho, é uma benção, já que 10% da população brasileira tem algum tipo de deficiência”, diz Bianchini.

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