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Dança dos filmes no palco

Arquivo Geral

25/05/2004 0h00

O melhor da sétima arte fora das telas, mais precisamente no palco da Sala Martins Penna. É o espetáculo de dança Frames, uma homenagem ao cinema mundial por meio de um mix entre o ballet clássico, jazz e sapateado, apresentado pelo grupo Therpsi Trupe hoje e amanhã.

A diretora e coreógrafa Mônica Maia conta que foram selecionados 28 filmes – entre a década de 20 e produções do novo milênio – que fizeram sucesso na época correspondente. “Fizemos uma pesquisa grande. Para escolher os filmes foi complicado. Pesquisamos na internet e nas locadoras. Procurei optar por filmes em que a música entra no sangue”, revela a coreógrafa.

O espetáculo obedece à ordem cronológica. Começa pelo Fantasma da Ópera até chegar no musical Chicago, protagonizado em 2002 pelas atrizes Catherine Zeta-Jones e Renée Zellweger. Além de dançar, os 18 bailarinos do Therpsi Trupe encenam, interpretam e até dublam algumas músicas, como em Mudança de Hábito e o clássico A Noviça Rebelde. O espetáculo ainda brinda o público com cenas dos filmes exibidas em dois telões.

Estilos “A nossa intenção é interagir com a platéia, que ela dance e se solte com os bailarinos”, adianta Mônica. Para ela, Frames é uma apresentação diferente, porque mescla três estilos de dança. “A Noviça Rebelde é um balé, O Fantasma da Ópera é jazz e Cantando da Chuva é sapateado”, exemplifica. E emenda: “Para apresentar Titanic criamos um pas-de-deux (dança com par) de quatro minutos”. Ela revela uma predileção pela coreografia do filme Cidade dos Anjos , com a música Uninvited da canadense Alanis Morissette. Mônica Maia cita ainda os filmes Casablanca, E o Vento Levou, Indiana Jones, Os Fantasmas se Divertem, As Panteras, O Casamento do Meu Melhor Amigo e Austin Powers.

O espetáculo foi apresentado pela primeira vez em dezembro de 2002 com cerca de 120 alunos do estúdio de dança da diretora. Esta segunda montagem, de acordo com Mônica, está mais madura. Os cenários foram produzidos no Rio de Janeiro e os figurinos desenhados para cada filme. “um espetáculo que faz o público se emocionar com as lembranças que as músicas causam”, promete Mônica Maia.

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    Arquivo Geral

    25/05/2004 0h00

    O melhor da sétima arte fora das telas, mais precisamente no palco da Sala Martins Penna. É o espetáculo de dança Frames, uma homenagem ao cinema mundial por meio de um mix entre o ballet clássico, jazz e sapateado, apresentado pelo grupo Therpsi Trupe hoje e amanhã.

    A diretora e coreógrafa Mônica Maia conta que foram selecionados 28 filmes – entre a década de 20 e produções do novo milênio – que fizeram sucesso na época correspondente. “Fizemos uma pesquisa grande. Para escolher os filmes foi complicado. Pesquisamos na internet e nas locadoras. Procurei optar por filmes em que a música entra no sangue”, revela a coreógrafa.

    O espetáculo obedece à ordem cronológica. Começa pelo Fantasma da Ópera até chegar no musical Chicago, protagonizado em 2002 pelas atrizes Catherine Zeta-Jones e Renée Zellweger. Além de dançar, os 18 bailarinos do Therpsi Trupe encenam, interpretam e até dublam algumas músicas, como em Mudança de Hábito e o clássico A Noviça Rebelde. O espetáculo ainda brinda o público com cenas dos filmes exibidas em dois telões.

    Estilos “A nossa intenção é interagir com a platéia, que ela dance e se solte com os bailarinos”, adianta Mônica. Para ela, Frames é uma apresentação diferente, porque mescla três estilos de dança. “A Noviça Rebelde é um balé, O Fantasma da Ópera é jazz e Cantando da Chuva é sapateado”, exemplifica. E emenda: “Para apresentar Titanic criamos um pas-de-deux (dança com par) de quatro minutos”. Ela revela uma predileção pela coreografia do filme Cidade dos Anjos , com a música Uninvited da canadense Alanis Morissette. Mônica Maia cita ainda os filmes Casablanca, E o Vento Levou, Indiana Jones, Os Fantasmas se Divertem, As Panteras, O Casamento do Meu Melhor Amigo e Austin Powers.

    O espetáculo foi apresentado pela primeira vez em dezembro de 2002 com cerca de 120 alunos do estúdio de dança da diretora. Esta segunda montagem, de acordo com Mônica, está mais madura. Os cenários foram produzidos no Rio de Janeiro e os figurinos desenhados para cada filme. “um espetáculo que faz o público se emocionar com as lembranças que as músicas causam”, promete Mônica Maia.

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