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D2 bate recorde de prêmios

Arquivo Geral

10/07/2004 0h00

Marcelo D2, Maria Bethânia e Lulu Santos foram os grandes nomes da segunda edição do Prêmio Tim de Música, realizado na noite de quarta-feira, no Theatro Municipal do Rio de Janeiro. D2, que é a grande atração do festival Porão do Rock, no próximo final de semana, no estacionamento do Estádio Mané Garrincha, em Brasília, consagrou-se com três prêmios: Melhor Canção, com À Procura da Batida Perfeita , Melhor Disco, pelo álbum À Procura da Batida Perfeita (produzido por Mario Caldato, Davi Cocos e pelo próprio D2) e Melhor Cantor pelo Voto Popular. “Fiquei muito sem graça por ter ganho Melhor Cantor, ao lado de nomes como Cauby Peixoto, Roberto Carlos e Monarco”, disse D2. “Mas, feliz, ao mesmo tempo. Sei que foi uma demonstração de carinho enorme do público”, completou.

Maria Bethânia levou os troféus de Melhor Disco e Melhor Cantora na categoria MPB, pelo álbum Brasileirinho, além do prêmio de Melhor Disco na categoria regional para sua gravadora, Quitanda, pelo álbum Vozes da Purificação, de Dona Edith do Prato, produzido por J. Velloso. Em turnê pela Europa, Bethânia foi representada pela amiga Miúcha.

Lulu Santos foi o homenageado do ano. Ele teve sua trajetória mostrada ao longo de toda a cerimônia e foi o mais jovem agraciado (em edições anteriores do prêmio, Ary Barroso, Chico Buarque e Nana Caymmi foram os escolhidos).

Familiares de Lulu anunciaram sua entrada, vinhetas divertidas com freiras, empresários, patricinhas, travestis e garis trouxeram seus maiores sucessos e outros artistas, que não concorriam aos prêmios, cantaram, ao vivo, alguns de seus clássicos. Ana Carolina foi a primeira e sofreu com os problemas no som, ao cantar Tudo Bem. Sua voz, durante a metade do show, não foi ouvida por parte do Theatro Municipal. Marcos Valle e Adriana Calcanhoto, que interpretaram respectivamente Aviso Aos Navegantes e Como Uma Onda, também foram prejudicados.

Lenine e a harpista Cristina Braga fizeram a apresentação mais emocionante, com a música Certas Coisas. Felipe Dylon e o rapper Thayde fecharam o time com De Repente Califórnia e Condição, respectivamente.

O próprio Lulu, que compareceu ao evento acompanhado da mulher, Scarlett Moon, subiu ao palco para fechar a cerimônia, ao lado de sua banda completa, e agradeceu a homenagem e o prêmio de Melhor Cantor que abocanhou na categoria Pop/Rock. “Eu só vim preparado psicologicamente para a homenagem. É muita emoção ainda ganhar o prêmio”, disse, ao receber o troféu.

Destaque para Cauby Peixoto, que foi reverenciado ao subir no palco duas vezes. Ele levou os prêmios de Melhor Cantor e Melhor Dupla, pelo trabalho que fez com a cantora Selma Reis, na categoria Canção Popular.

“Acredito que o mais bacana de toda a festa é que o prêmio foi para a música e não para os astros”, avaliou Marcelo D2, na saída do Theatro Municipal. O objetivo era exatamente esse, segundo o organizador, José Maurício Machline. Por isso, foram 12 categorias – que incluíam músicas instrumental, erudita, internacional, infantil e até música eletrônica. “A festa é para prestigiar os artistas e exaltar a identidade brasileira”, sintetizou Evandro Mesquita, mestre-de-cerimônias – que se saiu muito bem, diga-se de passagem –, ao lado da atriz Taís Araújo.

A repórter viajou a convite da organização do evento

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    10/07/2004 0h00

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    Maria Bethânia levou os troféus de Melhor Disco e Melhor Cantora na categoria MPB, pelo álbum Brasileirinho, além do prêmio de Melhor Disco na categoria regional para sua gravadora, Quitanda, pelo álbum Vozes da Purificação, de Dona Edith do Prato, produzido por J. Velloso. Em turnê pela Europa, Bethânia foi representada pela amiga Miúcha.

    Lulu Santos foi o homenageado do ano. Ele teve sua trajetória mostrada ao longo de toda a cerimônia e foi o mais jovem agraciado (em edições anteriores do prêmio, Ary Barroso, Chico Buarque e Nana Caymmi foram os escolhidos).

    Familiares de Lulu anunciaram sua entrada, vinhetas divertidas com freiras, empresários, patricinhas, travestis e garis trouxeram seus maiores sucessos e outros artistas, que não concorriam aos prêmios, cantaram, ao vivo, alguns de seus clássicos. Ana Carolina foi a primeira e sofreu com os problemas no som, ao cantar Tudo Bem. Sua voz, durante a metade do show, não foi ouvida por parte do Theatro Municipal. Marcos Valle e Adriana Calcanhoto, que interpretaram respectivamente Aviso Aos Navegantes e Como Uma Onda, também foram prejudicados.

    Lenine e a harpista Cristina Braga fizeram a apresentação mais emocionante, com a música Certas Coisas. Felipe Dylon e o rapper Thayde fecharam o time com De Repente Califórnia e Condição, respectivamente.

    O próprio Lulu, que compareceu ao evento acompanhado da mulher, Scarlett Moon, subiu ao palco para fechar a cerimônia, ao lado de sua banda completa, e agradeceu a homenagem e o prêmio de Melhor Cantor que abocanhou na categoria Pop/Rock. “Eu só vim preparado psicologicamente para a homenagem. É muita emoção ainda ganhar o prêmio”, disse, ao receber o troféu.

    Destaque para Cauby Peixoto, que foi reverenciado ao subir no palco duas vezes. Ele levou os prêmios de Melhor Cantor e Melhor Dupla, pelo trabalho que fez com a cantora Selma Reis, na categoria Canção Popular.

    “Acredito que o mais bacana de toda a festa é que o prêmio foi para a música e não para os astros”, avaliou Marcelo D2, na saída do Theatro Municipal. O objetivo era exatamente esse, segundo o organizador, José Maurício Machline. Por isso, foram 12 categorias – que incluíam músicas instrumental, erudita, internacional, infantil e até música eletrônica. “A festa é para prestigiar os artistas e exaltar a identidade brasileira”, sintetizou Evandro Mesquita, mestre-de-cerimônias – que se saiu muito bem, diga-se de passagem –, ao lado da atriz Taís Araújo.

    A repórter viajou a convite da organização do evento

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