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Custos não são altos

Arquivo Geral

04/10/2004 0h00

Tornar a casa um ambiente mais seguro de se viver, principalmente para idosos e crianças, não é tão complicado quanto pode parecer. Pequenas mudanças na decoração e organização dos móveis já fazem diferença. E o melhor é que para isso não é necessário um gasto muito elevado.

“Na verdade, o custo de uma casa considerada mais segura não é maior em relação às outras; a diferença está no projeto arquitetônico e decorativo, que deve ser repensado”, destaca Neidil Espínola.

quartosSegundo Neidil, é preciso repensar a altura dos armários, a iluminação, a organização dos móveis e a utilização de escadas, entre outros detalhes. Nos quartos, por exemplo, o ideal é que a cama e o colchão não sejam nem muito altos nem muito baixos, com uma altura de aproximadamente 45 cm. É bom ainda que a cama seja larga para que, ao se movimentar, o idoso não caia. O piso não deve ser escorregadio e, se possível, é bom evitar o uso de tapetes, principalmente nos corredores.

Nas casas com escadas, o Ministério da Saúde recomenda altura máxima de 15 cm entre os degraus, piso antiderrapante e sinalização diferenciada no primeiro e último degraus. “É essencial que o corrimão das escadas vá além do último degrau”, destaca Neidil.

No banheiro, são recomendadas a instalação de barras de apoio e a adoção de portas largas e, de preferência, não deve haver box nem tapetes.

Os armários e estantes da cozinha devem estar na altura da cintura ou do peito para facilitar o acesso dos idosos aos utensílios. Assim, evita-se que eles subam em escadas para pegar algo e enfrentem o risco de quedas. Os móveis devem ser resistentes para apoio e não estar localizados em locais de passagem. Sofás e cadeiras devem ser mais altos e ter braço de apoio para auxiliar o idoso a se levantar.

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    04/10/2004 0h00

    Tornar a casa um ambiente mais seguro de se viver, principalmente para idosos e crianças, não é tão complicado quanto pode parecer. Pequenas mudanças na decoração e organização dos móveis já fazem diferença. E o melhor é que para isso não é necessário um gasto muito elevado.

    “Na verdade, o custo de uma casa considerada mais segura não é maior em relação às outras; a diferença está no projeto arquitetônico e decorativo, que deve ser repensado”, destaca Neidil Espínola.

    quartosSegundo Neidil, é preciso repensar a altura dos armários, a iluminação, a organização dos móveis e a utilização de escadas, entre outros detalhes. Nos quartos, por exemplo, o ideal é que a cama e o colchão não sejam nem muito altos nem muito baixos, com uma altura de aproximadamente 45 cm. É bom ainda que a cama seja larga para que, ao se movimentar, o idoso não caia. O piso não deve ser escorregadio e, se possível, é bom evitar o uso de tapetes, principalmente nos corredores.

    Nas casas com escadas, o Ministério da Saúde recomenda altura máxima de 15 cm entre os degraus, piso antiderrapante e sinalização diferenciada no primeiro e último degraus. “É essencial que o corrimão das escadas vá além do último degrau”, destaca Neidil.

    No banheiro, são recomendadas a instalação de barras de apoio e a adoção de portas largas e, de preferência, não deve haver box nem tapetes.

    Os armários e estantes da cozinha devem estar na altura da cintura ou do peito para facilitar o acesso dos idosos aos utensílios. Assim, evita-se que eles subam em escadas para pegar algo e enfrentem o risco de quedas. Os móveis devem ser resistentes para apoio e não estar localizados em locais de passagem. Sofás e cadeiras devem ser mais altos e ter braço de apoio para auxiliar o idoso a se levantar.

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