Não pela Globo, nem pelo Galvão Bueno, mas está cada vez mais chato, principalmente para os brasileiros, acompanhar corridas da Fórmula 1. Durante muito tempo ficamos mal-acostumados com Emerson Fittipaldi, Nelson Piquet e Ayrton Senna. Era ligar a televisão e ver bandeira quadriculada na frente. Hoje, com todo respeito e apesar da boa vontade que existe, está cada vez mais difícil assistir ao Rubinho. É uma figura simpática, tem jeito de bom menino, porém nada dá certo com ele. Nem as suas desculpas são mais levadas a sério. Se isso não bastasse, de um determinado tempo para cá, os donos da Fórmula 1, provavelmente considerando questões que não são do nosso conhecimento, resolveram alterar os circuitos do mundo. Mesmo as pistas mais antigas agora têm novos traçados e, em todos eles, é raro ver um carro passando o outro. As ultrapassagens na pista são quase uma coisa do passado. Elas ocorrem geralmente nos boxes, dependendo do trabalho mais rápido ou mais lento desta ou daquela equipe, e aí não há Lexotan que resista. Não existe mais a motivação de outros tempos para acordar cedo num domingo e assistir à Fórmula 1.