Menu
Promoções

Contramão da história

Arquivo Geral

02/11/2004 1h00

É um engano de princípio. A Record tem a obrigação de vir a público e esclarecer quem ela verdadeiramente contratou! O consagrado comediante Tom Cavalcante, sucesso na Globo de muitos anos, ou o desconhecido entrevistador e animador de auditório Tom Cavalcante? Deve existir alguma explicação! Se as pretensões da emissora são mesmo aquelas de tirar o segundo lugar do SBT, entende-se que a ordem é jogar na certeza. Em todo e qualquer caso do nosso vídeo, o caminho mais fácil para conseguir sucesso é botar em produção o que vai ao encontro do desejo do público. Não tem outro jeito. Em se tratando do Tom, isso só poderia acontecer com um programa de humor, que é a especialidade do artista. Não há outra alternativa aceitável. Ele se consagrou fazendo graça e só conseguiu espaço neste limitado campo em função do seu reconhecido talento. Esse era o caminho certo e mais curto para conseguir os índices que a Record almeja. O que se vê é o inverso. Fizeram exatamente o contrário. Tom Cavalcante está irreconhecível na Record, comandando um programa diário e que não tem rigorosamente nada a ver com ele. É algo pretensioso, caricato, chato e sem graça. Não tem conserto. Insistir na fórmula é perder tempo e dinheiro.

    Você também pode gostar

    Contramão da história

    Arquivo Geral

    02/11/2004 1h00

    É um engano de princípio. A Record tem a obrigação de vir a público e esclarecer quem ela verdadeiramente contratou! O consagrado comediante Tom Cavalcante, sucesso na Globo de muitos anos, ou o desconhecido entrevistador e animador de auditório Tom Cavalcante? Deve existir alguma explicação! Se as pretensões da emissora são mesmo aquelas de tirar o segundo lugar do SBT, entende-se que a ordem é jogar na certeza. Em todo e qualquer caso do nosso vídeo, o caminho mais fácil para conseguir sucesso é botar em produção o que vai ao encontro do desejo do público. Não tem outro jeito. Em se tratando do Tom, isso só poderia acontecer com um programa de humor, que é a especialidade do artista. Não há outra alternativa aceitável. Ele se consagrou fazendo graça e só conseguiu espaço neste limitado campo em função do seu reconhecido talento. Esse era o caminho certo e mais curto para conseguir os índices que a Record almeja. O que se vê é o inverso. Fizeram exatamente o contrário. Tom Cavalcante está irreconhecível na Record, comandando um programa diário e que não tem rigorosamente nada a ver com ele. É algo pretensioso, caricato, chato e sem graça. Não tem conserto. Insistir na fórmula é perder tempo e dinheiro.

      Você também pode gostar

      Contramão da história

      Arquivo Geral

      04/08/2004 0h00

      A Globo é o que é e todo mundo sabe quais são os seus objetivos. Record e Bandeirantes, mesmo batendo cabeça de vez em quando, se mostram interessadas em montar linhas de programações mais competitivas, indo ao encontro do que espera o seu público-alvo. O único e grande suspense ainda diz respeito ao SBT, onde todas as coisas giram em uma única e indecifrável cabeça, que insiste em navegar na contramão da história. Toda e qualquer emissora que se preze tem um grupo pensante, pessoas responsáveis, onde as coisas são planejadas com alguma antecedência e as margens de erro previamente consideradas. A televisão é como qualquer indústria: tem seus produtos criados, planejados e calculados em seus mínimos detalhes e, só depois de tudo isso, colocados à disposição do mercado. No SBT, salvo raras e honrosas exceções, não é assim. O seu feliz e sorridente proprietário sempre se caracterizou em desafiar qualquer linha de coerência. A programação do SBT caracterizou-se, dia após dia, por se apresentar como uma “caixinha de surpresas”, onde tudo, a qualquer tempo, pode ocorrer. Ninguém deixa de considerar que Sílvio Santos sempre acertou no atacado e errou no varejo, mas hoje ninguém discute que essa é uma forma antiga e arriscada de ser.

        Você também pode gostar

        Contramão da história

        Arquivo Geral

        04/08/2004 0h00

        A Globo é o que é e todo mundo sabe quais são os seus objetivos. Record e Bandeirantes, mesmo batendo cabeça de vez em quando, se mostram interessadas em montar linhas de programações mais competitivas, indo ao encontro do que espera o seu público-alvo. O único e grande suspense ainda diz respeito ao SBT, onde todas as coisas giram em uma única e indecifrável cabeça, que insiste em navegar na contramão da história. Toda e qualquer emissora que se preze tem um grupo pensante, pessoas responsáveis, onde as coisas são planejadas com alguma antecedência e as margens de erro previamente consideradas. A televisão é como qualquer indústria: tem seus produtos criados, planejados e calculados em seus mínimos detalhes e, só depois de tudo isso, colocados à disposição do mercado. No SBT, salvo raras e honrosas exceções, não é assim. O seu feliz e sorridente proprietário sempre se caracterizou em desafiar qualquer linha de coerência. A programação do SBT caracterizou-se, dia após dia, por se apresentar como uma “caixinha de surpresas”, onde tudo, a qualquer tempo, pode ocorrer. Ninguém deixa de considerar que Sílvio Santos sempre acertou no atacado e errou no varejo, mas hoje ninguém discute que essa é uma forma antiga e arriscada de ser.

          Você também pode gostar

          Assine nossa newsletter e
          mantenha-se bem informado