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Como nossas mães

Arquivo Geral

05/05/2004 0h00

É difícil imaginar uma relação melhor que a de Preta (Taís Araújo) e Raí (Sérgio Malheiros), na trama global Da Cor do Pecado. Sem filhos, a atriz diz que pensa no convívio que tem com a própria mãe para interpretar. “Ela é muito carinhosa”, diz Taís, de 25 anos. Na semana do Dia das Mães, algumas atrizes revelam como encaram o desafio de viver mães, mesmo sem ter filhos.

“Penso na relação que tenho com a minha mãe”, diz Patrícia Pilar, sobre Emerenciana, sua personagem em Cabocla, que estréia no dia 10, às 18h. “Ela (a personagem) é mais compreensiva com a filha que o marido, Boanerges (Tony Ramos)”, conta Patrícia, revelando que pretende ter filhos.

Algumas atrizes, como Cissa Guimarães, acham que a maternidade ajuda na hora de compor uma mãe. Já para o ator e professor de interpretação Ewerton de Castro, a experiência não é necessária. “Se não, para fazer assassinos, teríamos de matar alguém.” Mauro Alencar, autor do livro A Hollywood Brasileira – Panorama da Telenovela no Brasil, concorda: “Vanessa Gerbelli fez um ótimo trabalho como a Fernanda de Mulheres Apaixonadas sem ser mãe”.

As novelas têm outras mães de primeira viagem. A das sete também tem Bárbara (Giovanna Antonelli), e Celebridade, Darlene (Deborah Secco). Outra que se lembrou da mãe para convencer num papel foi Danielle Winits, a Marisol de Kubanacan. “Ela me criou com carinho. Usei isso na novela”, explica a atriz.

Pensar no passado não é, porém, a única receita. “Para fazer Ranya em O Clone, vi alguns filmes”, conta Nívea Stelmann, a Graça de Chocolate com Pimenta. Como a sua personagem, que daria à luz no capítulo de ontem, a atriz espera um filho. “A gravidez me deu mais base para interpretar”, revela Nívea.

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    05/05/2004 0h00

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    “Penso na relação que tenho com a minha mãe”, diz Patrícia Pilar, sobre Emerenciana, sua personagem em Cabocla, que estréia no dia 10, às 18h. “Ela (a personagem) é mais compreensiva com a filha que o marido, Boanerges (Tony Ramos)”, conta Patrícia, revelando que pretende ter filhos.

    Algumas atrizes, como Cissa Guimarães, acham que a maternidade ajuda na hora de compor uma mãe. Já para o ator e professor de interpretação Ewerton de Castro, a experiência não é necessária. “Se não, para fazer assassinos, teríamos de matar alguém.” Mauro Alencar, autor do livro A Hollywood Brasileira – Panorama da Telenovela no Brasil, concorda: “Vanessa Gerbelli fez um ótimo trabalho como a Fernanda de Mulheres Apaixonadas sem ser mãe”.

    As novelas têm outras mães de primeira viagem. A das sete também tem Bárbara (Giovanna Antonelli), e Celebridade, Darlene (Deborah Secco). Outra que se lembrou da mãe para convencer num papel foi Danielle Winits, a Marisol de Kubanacan. “Ela me criou com carinho. Usei isso na novela”, explica a atriz.

    Pensar no passado não é, porém, a única receita. “Para fazer Ranya em O Clone, vi alguns filmes”, conta Nívea Stelmann, a Graça de Chocolate com Pimenta. Como a sua personagem, que daria à luz no capítulo de ontem, a atriz espera um filho. “A gravidez me deu mais base para interpretar”, revela Nívea.

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