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Comédia com sustância e descontração

Arquivo Geral

16/09/2005 0h00

Exibido pela primeira vez na noite de abertura do 35º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, em 2002, Celeste & Estrela arrancou risos da platéia candanga, oferecendo um cardápio de piadas interessantes de cunho crítico, arrematadas com cenários de Brasília de pano de fundo. O filme, assinado pela cineasta carioca radicada por nove anos na capital federal, Betse de Paula, só agora chega ao circuito comercial da cidade (no Cine Academia e Cine Brasília) e supera as expectativas de quem tem por base da filmografia da cineasta seu trabalho anterior, O Casamento de Louise, ou de quem apostar na fita ao comprar o ingresso.

Se, no primeiro, Betse optou por seguir uma linha anárquica, com “intromissão” de muitos personagens caricatos, para Celeste & Estrela, a diretora trava um diálogo bem-centrado com o cinema brasileiro e seus desafios de captação de recursos, produção e distribuição, ao tempo em que dá corda para a comédia romântica (com certo sabor de Hollywood) que amarra a cineasta principiante Celeste Espírito Santo (papel de Dira Paes) a Paulo Estrela (Fábio Nassar, do curta-metragem Sinistro), um crítico de cinema.

O conflito central da trama combina as argruras de Celeste diante do desafio de filmar seu primeiro longa-metragem, Amores Impossíveis, com a evolução do relacionamento do casal, narrada por Estrela a uma recepcionista do aeroporto (Ana Paula Arósio) enquanto espera a amada.

Por fora da trama, Celeste & Estrela abarca nos cinemas com a pretensão de reverter parte da renda levantada em bilheteria para a campanha de finalização do último filme do cineasta-bombeiro Afonso Brazza, Fuga sem Destino, rodado em 2002 e parado desde o falecimento do diretor em julho de 2003. Pode-se entender a iniciativa de Betse como um prolongamento de Celeste & Estrela, por se tratar dos empecilhos em fazer cinema no País.

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    16/09/2005 0h00

    Exibido pela primeira vez na noite de abertura do 35º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, em 2002, Celeste & Estrela arrancou risos da platéia candanga, oferecendo um cardápio de piadas interessantes de cunho crítico, arrematadas com cenários de Brasília de pano de fundo. O filme, assinado pela cineasta carioca radicada por nove anos na capital federal, Betse de Paula, só agora chega ao circuito comercial da cidade (no Cine Academia e Cine Brasília) e supera as expectativas de quem tem por base da filmografia da cineasta seu trabalho anterior, O Casamento de Louise, ou de quem apostar na fita ao comprar o ingresso.

    Se, no primeiro, Betse optou por seguir uma linha anárquica, com “intromissão” de muitos personagens caricatos, para Celeste & Estrela, a diretora trava um diálogo bem-centrado com o cinema brasileiro e seus desafios de captação de recursos, produção e distribuição, ao tempo em que dá corda para a comédia romântica (com certo sabor de Hollywood) que amarra a cineasta principiante Celeste Espírito Santo (papel de Dira Paes) a Paulo Estrela (Fábio Nassar, do curta-metragem Sinistro), um crítico de cinema.

    O conflito central da trama combina as argruras de Celeste diante do desafio de filmar seu primeiro longa-metragem, Amores Impossíveis, com a evolução do relacionamento do casal, narrada por Estrela a uma recepcionista do aeroporto (Ana Paula Arósio) enquanto espera a amada.

    Por fora da trama, Celeste & Estrela abarca nos cinemas com a pretensão de reverter parte da renda levantada em bilheteria para a campanha de finalização do último filme do cineasta-bombeiro Afonso Brazza, Fuga sem Destino, rodado em 2002 e parado desde o falecimento do diretor em julho de 2003. Pode-se entender a iniciativa de Betse como um prolongamento de Celeste & Estrela, por se tratar dos empecilhos em fazer cinema no País.

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