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Com Ibope de novela das oito

Arquivo Geral

28/10/2004 0h00

A festa era para ser só no ano que vem, quando Malhação completa dez anos no ar. Mas uma boa surpresa antecipou as comemorações. No capítulo de segunda-feira retrasada, a novela teve média de 42 pontos. Para se ter uma idéia, no mesmo dia Senhora do destino teve 54. O capítulo mostrou Marcela (Keli Freitas) tentando matar Letícia (Juliana Didone). É a segunda vez que a atual turma bate o recorde da novela. Em julho, Malhação havia marcado a média de 39 pontos.

“O conjunto deu certo. O elenco, a direção e, modéstia à parte, o texto se completam”, explica o autor, Ricardo Hofstetter, que escreve sua sexta – e última – temporada.

Vários fatores explicam o sucesso da novela, entre eles o uso de tramas sociais. Somente este ano, foram mostradas duas tentativas de homicídio, câncer de próstata, corrupção e tietagem. “Aproveitamos nossa audiência para dar dicas à sociedade”, diz Hofstetter.

O entrosamento entre o elenco também ajuda muito. ” Não há estrelismo. Somos unidos e saímos juntos”, explica Thaís Vaz, a Flávia, apontada pelo autor como uma das grandes revelações da novela ao lado de Sergio Höndjakoff, o Cabeção, e Bia Montez, a Vilma.

Diferencial O comportamento dos protagonistas é um diferencial nesta temporada. Letícia é uma mocinha capaz de trair o namorado, enquanto Gustavo (Guilherme Berenguer) foi acusado de tentativa de homicídio.

“Esse é o grande barato da novela. Letícia é uma mocinha mais humana. Ela comete erros como qualquer pessoa”, diz Juliana. Seu colega faz coro: “No começo, Gustavo só aprontava. Ele era um bad boy e depois foi mudando. Isso é diferente”, fala Berenguer.

O casal Cabeção e Miyuki (Danielle Suzuki) também caiu no gosto popular e pode permanecer na novelinha na próxima temporada. “Cabeção é um marco na minha carreira. Sempre vou ter carinho por essa história”, afirma Höndjakoff.

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    28/10/2004 0h00

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    “O conjunto deu certo. O elenco, a direção e, modéstia à parte, o texto se completam”, explica o autor, Ricardo Hofstetter, que escreve sua sexta – e última – temporada.

    Vários fatores explicam o sucesso da novela, entre eles o uso de tramas sociais. Somente este ano, foram mostradas duas tentativas de homicídio, câncer de próstata, corrupção e tietagem. “Aproveitamos nossa audiência para dar dicas à sociedade”, diz Hofstetter.

    O entrosamento entre o elenco também ajuda muito. ” Não há estrelismo. Somos unidos e saímos juntos”, explica Thaís Vaz, a Flávia, apontada pelo autor como uma das grandes revelações da novela ao lado de Sergio Höndjakoff, o Cabeção, e Bia Montez, a Vilma.

    Diferencial O comportamento dos protagonistas é um diferencial nesta temporada. Letícia é uma mocinha capaz de trair o namorado, enquanto Gustavo (Guilherme Berenguer) foi acusado de tentativa de homicídio.

    “Esse é o grande barato da novela. Letícia é uma mocinha mais humana. Ela comete erros como qualquer pessoa”, diz Juliana. Seu colega faz coro: “No começo, Gustavo só aprontava. Ele era um bad boy e depois foi mudando. Isso é diferente”, fala Berenguer.

    O casal Cabeção e Miyuki (Danielle Suzuki) também caiu no gosto popular e pode permanecer na novelinha na próxima temporada. “Cabeção é um marco na minha carreira. Sempre vou ter carinho por essa história”, afirma Höndjakoff.

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