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Com a bossa toda

Arquivo Geral

22/07/2003 0h00

Mesmo com o ritmo acelerado tomando conta da preferência dos jovens brasileiros, a Bossa Nova ainda tem o seu espaço. Com o intuito de provar que a suavidade, a delicadeza e o encanto do gênero também fazem parte da modernidade, a produtora Valéria Colela, da Luz Produções, criou o projeto Nova Bossa. Quatro apresentações, que ocorrerão nas terças-feiras de agosto, trarão um pouco desse ritmo à Brasília, no teatro do Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB).

De acordo com Valéria, a idéia surgiu pois no ano passado fez 40 anos que um espetáculo em Nova York apresentou a bossa nova para o mundo. “É uma música que escuto desde pequena e tive a idéia de mostrar aos admiradores novas linguagens desse gênero musical brasileiro”, conta.

A música, que não incluía batuques, tinha um balanço inovador e harmonias modernas, conquistou público e projetou artistas brasileiros mundo a fora. Hoje, quatro décadas depois, a bossa nova continua fascinando jovens artistas, que têm o prazer de fazer uma releitura do estilo.

As terças-feiras de agosto terão shows com fundadores, seguidores e renovadores do gênero. Serão 40 anos de história cantados em quatro espetáculos. O representante do gênero Carlos Lyra dará início ao programa, no dia 5 de agosto, com uma apresentação tradicional. Uma transição da bossa para a MPB ocorrerá nas vozes de pai e filha, Jair Rodrigues e Luciana Mello, no dia 12. No dia 19, o tradicional e o moderno se encontram com Roberto Menescal e o grupo BossaCucaNova. Para encerrar, no dia 26, uma releitura do gênero, com a modernidade de Fernanda Porto. A cantora também participa, no mesmo dia, de uma conversa aberta com o público.

É a primeira vez que Valéria realiza um projeto desse tipo. E não pretende parar por aí. “Queremos sim fazer outras edições, no entanto é preciso analisar o momento da cultura brasileira.

O nosso objetivo é levar um pouco da nova linguagem da bossa nova para o Brasil. E ainda tem muitos nomes da música que gostariam de participar do projeto”, conclui.

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    22/07/2003 0h00

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    De acordo com Valéria, a idéia surgiu pois no ano passado fez 40 anos que um espetáculo em Nova York apresentou a bossa nova para o mundo. “É uma música que escuto desde pequena e tive a idéia de mostrar aos admiradores novas linguagens desse gênero musical brasileiro”, conta.

    A música, que não incluía batuques, tinha um balanço inovador e harmonias modernas, conquistou público e projetou artistas brasileiros mundo a fora. Hoje, quatro décadas depois, a bossa nova continua fascinando jovens artistas, que têm o prazer de fazer uma releitura do estilo.

    As terças-feiras de agosto terão shows com fundadores, seguidores e renovadores do gênero. Serão 40 anos de história cantados em quatro espetáculos. O representante do gênero Carlos Lyra dará início ao programa, no dia 5 de agosto, com uma apresentação tradicional. Uma transição da bossa para a MPB ocorrerá nas vozes de pai e filha, Jair Rodrigues e Luciana Mello, no dia 12. No dia 19, o tradicional e o moderno se encontram com Roberto Menescal e o grupo BossaCucaNova. Para encerrar, no dia 26, uma releitura do gênero, com a modernidade de Fernanda Porto. A cantora também participa, no mesmo dia, de uma conversa aberta com o público.

    É a primeira vez que Valéria realiza um projeto desse tipo. E não pretende parar por aí. “Queremos sim fazer outras edições, no entanto é preciso analisar o momento da cultura brasileira.

    O nosso objetivo é levar um pouco da nova linguagem da bossa nova para o Brasil. E ainda tem muitos nomes da música que gostariam de participar do projeto”, conclui.

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