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Clint Eastwood nega semelhanças com personagem de <i>Gran Torino</i>

Arquivo Geral

12/03/2009 0h00

O ator americano Clint Eastwood assegura não ter nada em comum com Walt Kowalski, um veterano da Guerra da Coreia com aversão a pessoas que enfrenta seus próprios preconceitos raciais em Gran Torino.

Em entrevista ao Diário de Notícias de Lisboa, Eastwood afirma que é muito mais divertido representar papéis e situações nos quais não se reconhece nada de si mesmo.

Kowalski é um mecânico aposentado de Detroit que enfrenta a morte da mulher e o desejo expresso dos filhos de colocá-lo em um asilo.

O astro acredita que Gran Torino mostra que sempre é possível aprender em qualquer idade, e ressalta que o filme prega a tolerância.

“O filme trata sobre os preconceitos e o modo em que os eventos empurram Kowalski a agir”, explica Eastwood sobre sua última obra, onde narra “o momento no qual os mais jovens tentam se livrar dos mais velhos”.

O ator se mostra satisfeito com os faroestes dos quais participou ao longo de sua carreira, mas também sente a necessidade de experimentar gêneros diferentes, como já demonstrou em Gran Torino, fita a qual também dirige.

“Poderia ser um faroeste, mas, ao mesmo tempo, é contemporâneo” diz Eastwood sobre a história do velho mal-humorado com dois únicos afetos: seu velho rifle e um Ford Gran Torino de 1972 que um de seus vizinhos, procedente do sudeste asiático, tenta roubar.

Gran Torino arrecadou US$ 139 milhões nos Estados Unidos, e se converteu no maior sucesso dirigido ou protagonizado pelo artista.

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