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Clássicos na Martins Penna

Arquivo Geral

03/08/2004 0h00

O projeto Arte por Toda Parte faz, hoje, na Sala Martins Penna do Teatro Nacional, uma viagem pelo período do Romantismo europeu, com o recital de violino e piano dos instrumentistas Zoltan Pauliny e Marco Aurelio Brescia. Pauliny, mineiro de Belo Horizonte, é um dos mais gabaritados compositores da Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional, da qual faz parte como violinista desde 2000. Há dois anos, estreou suas próprias obras na Romênia, aos 25 anos de idade. Para acompanhar os solos do violino de Pauliny, sobe ao palco o pianista Brescia, organista titular do Coro de Capilla da Basílica Pontificia de San Miguel (Espanha). Juntos, apresentam o recital O Romantismo na Europa Central, gratuitamente. No programa, o duo executa peças de compositores franceses, espanhóis e húngaros do final do século 19, da estirpe de César Franck (Sonata em Lá Maior), Isaac Albeniz (Córdoba, Asturias), Manuel de Falla (El Amor Brujo) e Jenö Hubay (Heire Kati, Csárda nº 4; e Hullámzó Balaton, Csárda nº 5).

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    03/08/2004 0h00

    O projeto Arte por Toda Parte faz, hoje, na Sala Martins Penna do Teatro Nacional, uma viagem pelo período do Romantismo europeu, com o recital de violino e piano dos instrumentistas Zoltan Pauliny e Marco Aurelio Brescia. Pauliny, mineiro de Belo Horizonte, é um dos mais gabaritados compositores da Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional, da qual faz parte como violinista desde 2000. Há dois anos, estreou suas próprias obras na Romênia, aos 25 anos de idade. Para acompanhar os solos do violino de Pauliny, sobe ao palco o pianista Brescia, organista titular do Coro de Capilla da Basílica Pontificia de San Miguel (Espanha). Juntos, apresentam o recital O Romantismo na Europa Central, gratuitamente. No programa, o duo executa peças de compositores franceses, espanhóis e húngaros do final do século 19, da estirpe de César Franck (Sonata em Lá Maior), Isaac Albeniz (Córdoba, Asturias), Manuel de Falla (El Amor Brujo) e Jenö Hubay (Heire Kati, Csárda nº 4; e Hullámzó Balaton, Csárda nº 5).

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