Menu
Promoções

Claquete

Arquivo Geral

24/11/2005 0h00

É impressionante a falta de conhecimento da rica música brasileira por parte dos gringos. E mesmo a população estrangeira da cidade, formada pelo corpo diplomático, mostra, em alguns momentos, que desconhece a nossa cultura. Terça-feira à noite, durante a apresentação da Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional, sob regência do maestro Silvio Barbato, na abertura do 38º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, uma norte-americana vibrou quando a orquestra começou a tocar Aquarela do Brasil, de Ary Barroso. Com ar de satisfação ela falou ao marido: New York, New York. Ele retrucou e disse: “Não, é uma música brasileira”. O casal se retirou da sala com 20 minutos de exibição do filme A Vida É um Sopro, de Fabiano Maciel, que narra a brilhante trajetória de Oscar Niemeyer.

    Você também pode gostar

    Claquete

    Arquivo Geral

    24/11/2005 0h00

    É impressionante a falta de conhecimento da rica música brasileira por parte dos gringos. E mesmo a população estrangeira da cidade, formada pelo corpo diplomático, mostra, em alguns momentos, que desconhece a nossa cultura. Terça-feira à noite, durante a apresentação da Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional, sob regência do maestro Silvio Barbato, na abertura do 38º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, uma norte-americana vibrou quando a orquestra começou a tocar Aquarela do Brasil, de Ary Barroso. Com ar de satisfação ela falou ao marido: New York, New York. Ele retrucou e disse: “Não, é uma música brasileira”. O casal se retirou da sala com 20 minutos de exibição do filme A Vida É um Sopro, de Fabiano Maciel, que narra a brilhante trajetória de Oscar Niemeyer.

      Você também pode gostar

      Claquete

      Arquivo Geral

      01/12/2004 0h00

      Muitas vaias no último dia da mostra competitiva do Festival de Cinema. Os curtas em 35 mm apresentados na noite de segunda-feira, Formigas e Desequilíbrios dividiram a platéia.

      A atriz Zezeh Barbosa aproveitou o palco antes da apresentação de O Diabo a Quatro e “apelou” para os diretores: “Lembrem de mim”. Ela brincava com o fato de estar em dois dos seis longas exibidos no Festival (O Diabo e Bendito Fruto), em ambos como empregada doméstica.

      Todos os diretores e atores que puderam usar o microfone no 37º Festival de Brasília defenderam a criação da Agência Nacional de Cinema e Vídeo (Ancinav). Mas se esqueceram que para o Estado liberar verba pública, arrecada por meio de impostos pagos pelo cidadão e por subsídio (deixando de arrecadar das empresas) é preciso alcançar qualidade no produto final, quesito praticamente inexistente entre os curtas-metragens e a maioria dos longas.

      E a crítica hein! Os jornalistas que falaram mal de Peões em suas análises nos jornais acabaram elegendo o documentário de como o melhor filme do Festival.

        Você também pode gostar

        Claquete

        Arquivo Geral

        01/12/2004 0h00

        Muitas vaias no último dia da mostra competitiva do Festival de Cinema. Os curtas em 35 mm apresentados na noite de segunda-feira, Formigas e Desequilíbrios dividiram a platéia.

        A atriz Zezeh Barbosa aproveitou o palco antes da apresentação de O Diabo a Quatro e “apelou” para os diretores: “Lembrem de mim”. Ela brincava com o fato de estar em dois dos seis longas exibidos no Festival (O Diabo e Bendito Fruto), em ambos como empregada doméstica.

        Todos os diretores e atores que puderam usar o microfone no 37º Festival de Brasília defenderam a criação da Agência Nacional de Cinema e Vídeo (Ancinav). Mas se esqueceram que para o Estado liberar verba pública, arrecada por meio de impostos pagos pelo cidadão e por subsídio (deixando de arrecadar das empresas) é preciso alcançar qualidade no produto final, quesito praticamente inexistente entre os curtas-metragens e a maioria dos longas.

        E a crítica hein! Os jornalistas que falaram mal de Peões em suas análises nos jornais acabaram elegendo o documentário de como o melhor filme do Festival.

          Você também pode gostar

          Claquete

          Arquivo Geral

          27/11/2004 0h00

          Caio Blat foi até então a celebridade mais assediada no festival. Ele não esconde a paixão pelo Festival de Brasília desde quando competiu com Cama de Gato, em 2002. Desta vez, ele está como jurado.

          Segundo a Secretaria de Cultura, cerca de 50 estrangeiros apreciadores da sétima arte marcam presença dia após dia na mostra competitiva em 35mm. Esse é o motivo da instalação de legendas eletrônicas em inglês nos longas-metragens. O primeiro dia da mostra, entretanto, apesar de começar com apenas 18 minutos de atraso, teve irritantes problemas técnicos nas legendas. Ao final, tudo se estabilizou.

          Muita gente deixou de assistir à sessão vespertina das 16h do Centro Cultural Banco do Brasil na quinta-feira devido a um erro do festival na divulgação do horário, antes marcado para as 15h. O erro já foi concertado e as sessões são às 15h, com reprise dos filmes que participam da mostra competitiva na noite anterior.

          Na noite de quinta-feira, o atraso no início da sessão foi de 12 minutos. Não houve problemas com as legendas, mas uma grave interrupção do som durante a exibição do longa-metragem Cabra-Cega. O diretor Toni Ventura, desesperado, gritava: “Olha o som! Arruma o som! Pára a projeção!”. O problema não foi tão prejudicial porque o trecho do filme que estava sendo exibido não tinha diálogos.

          No último dia da mostra competitiva, segunda-feira, os filmes serão vistos pelo júri antes da sessão para o público. A diretora Alice de Andrade, do longa O Diabo A Quatro, que será exibido nesse dia, não gostou. Acha importante que eles percebam a reação do público.

          A programação cinematográfica da cidade também tem espaço para as crianças. Continua em cartaz o II Festival Internacional de Cinema Infantil, nas salas dos complexos Cinemark do Pier 21 e do Taguatinga Shopping. Sessões diárias às 10h30, 12h30, 14h30 e 16h30. Mais informações no site www.festivaldecinemainfantil

          .com.br.

          A cobertura do 37º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro está sendo feita pelos jornalistas Chico Neto, Guilherme Lobão, Marcio Vieira, Priscila Mesquita, Rodrigo Leitão, Rubens Araújo, Taís Rocha e pelos estagiários Gabriel Palma e Marcella Oliveira.

            Você também pode gostar

            Claquete

            Arquivo Geral

            27/11/2004 0h00

            Caio Blat foi até então a celebridade mais assediada no festival. Ele não esconde a paixão pelo Festival de Brasília desde quando competiu com Cama de Gato, em 2002. Desta vez, ele está como jurado.

            Segundo a Secretaria de Cultura, cerca de 50 estrangeiros apreciadores da sétima arte marcam presença dia após dia na mostra competitiva em 35mm. Esse é o motivo da instalação de legendas eletrônicas em inglês nos longas-metragens. O primeiro dia da mostra, entretanto, apesar de começar com apenas 18 minutos de atraso, teve irritantes problemas técnicos nas legendas. Ao final, tudo se estabilizou.

            Muita gente deixou de assistir à sessão vespertina das 16h do Centro Cultural Banco do Brasil na quinta-feira devido a um erro do festival na divulgação do horário, antes marcado para as 15h. O erro já foi concertado e as sessões são às 15h, com reprise dos filmes que participam da mostra competitiva na noite anterior.

            Na noite de quinta-feira, o atraso no início da sessão foi de 12 minutos. Não houve problemas com as legendas, mas uma grave interrupção do som durante a exibição do longa-metragem Cabra-Cega. O diretor Toni Ventura, desesperado, gritava: “Olha o som! Arruma o som! Pára a projeção!”. O problema não foi tão prejudicial porque o trecho do filme que estava sendo exibido não tinha diálogos.

            No último dia da mostra competitiva, segunda-feira, os filmes serão vistos pelo júri antes da sessão para o público. A diretora Alice de Andrade, do longa O Diabo A Quatro, que será exibido nesse dia, não gostou. Acha importante que eles percebam a reação do público.

            A programação cinematográfica da cidade também tem espaço para as crianças. Continua em cartaz o II Festival Internacional de Cinema Infantil, nas salas dos complexos Cinemark do Pier 21 e do Taguatinga Shopping. Sessões diárias às 10h30, 12h30, 14h30 e 16h30. Mais informações no site www.festivaldecinemainfantil

            .com.br.

            A cobertura do 37º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro está sendo feita pelos jornalistas Chico Neto, Guilherme Lobão, Marcio Vieira, Priscila Mesquita, Rodrigo Leitão, Rubens Araújo, Taís Rocha e pelos estagiários Gabriel Palma e Marcella Oliveira.

              Você também pode gostar

              Assine nossa newsletter e
              mantenha-se bem informado