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Cientistas desenvolvem batata light

Arquivo Geral

16/06/2004 0h00

Enquanto os biotecnólogos usam a engenharia genética para criar alimentos mais nutritivos, outros pesquisadores lançam mão de métodos tradicionais para empobrecê-los caloricamente: uma empresa holandesa e cientistas americanos desenvolveram uma batata light, com 30% menos carboidratos. O produto deve estrear nos supermercados americanos já em 2005.

A batata light é conseqüência da febre nos Estados Unidos ao redor da famigerada dieta do dr. Atkins, que prescreve uma redução drástica no consumo de carboidratos (como o amido da batata ou açúcares) e o aumento da ingestão de proteína animal.

Não coincidentemente, a batata low-carb parece ter sido desenvolvida para esse tipo de mercado: além de menos amido, tem mais proteínas e fibras alimentares do que uma batata normal, o que resulta em 28% menos calorias.

“Testamos essa batata por cinco anos consecutivos e acreditamos que ela esteja pronta para entrar no mercado”, diz Chad Hutchinson, agrônomo especialista em batatas da Universidade da Flórida, nos EUA, e um dos responsáveis pelo projeto.

A batata light não é geneticamente modificada, mas envolveu uma grande operação: os pesquisadores tiveram de examinar centenas de milhares de plantas, procurando por mais de 80 características físicas e genéticas relacionadas a rendimento, aparência e sabor.

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    Arquivo Geral

    16/06/2004 0h00

    Enquanto os biotecnólogos usam a engenharia genética para criar alimentos mais nutritivos, outros pesquisadores lançam mão de métodos tradicionais para empobrecê-los caloricamente: uma empresa holandesa e cientistas americanos desenvolveram uma batata light, com 30% menos carboidratos. O produto deve estrear nos supermercados americanos já em 2005.

    A batata light é conseqüência da febre nos Estados Unidos ao redor da famigerada dieta do dr. Atkins, que prescreve uma redução drástica no consumo de carboidratos (como o amido da batata ou açúcares) e o aumento da ingestão de proteína animal.

    Não coincidentemente, a batata low-carb parece ter sido desenvolvida para esse tipo de mercado: além de menos amido, tem mais proteínas e fibras alimentares do que uma batata normal, o que resulta em 28% menos calorias.

    “Testamos essa batata por cinco anos consecutivos e acreditamos que ela esteja pronta para entrar no mercado”, diz Chad Hutchinson, agrônomo especialista em batatas da Universidade da Flórida, nos EUA, e um dos responsáveis pelo projeto.

    A batata light não é geneticamente modificada, mas envolveu uma grande operação: os pesquisadores tiveram de examinar centenas de milhares de plantas, procurando por mais de 80 características físicas e genéticas relacionadas a rendimento, aparência e sabor.

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