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Choradeira de imigrantes volta à telinha

Arquivo Geral

08/06/2004 0h00

Haja lenço de papel para tantas lágrimas. Em cartaz na sessão Vale a Pena Ver de Novo (14h35, Globo), Terra Nostra traz de volta Ana Paula Arósio na mais sofredora de suas performances na televisão. Ela é a Giuliana do folhetim, apaixonada por Matteo, vivido por Thiago Lacerda.

A novela de Benedito Ruy Barbosa tem como pano de fundo a saga da imigração italiana para contar a história de amor de Giuliana e Matteo. A história, original de 1979, é dividida em três fases e fez tanto sucesso que já foi vendida para 70 países. Só ficou atrás de Escrava Isaura, comercializada para 79 nações.

“Foi sucesso porque fala da história de todo o povo brasileiro, com a chegada de imigrantes”, diz Edilene Barbosa, que na trama colaborou com o pai, Benedito. O começo da novela foi gravado num navio em Londres, ao custo de R$ 100 mil por capítulo.

Um capítulo de Terra Nostra pode ser vendido por US$ 250 para países pobres, como Cuba, e chegar a US$ 20 mil se for exibido numa grande emissora na Europa. Valiosas lágrimas essas de Ana Paula/Giuliana – que, segundo dados da Globo, somente nos primeiros 30 capítulos da novela chorou 25 vezes.

Mas nem tudo foram lágrimas; ou, por outro lado, a saga dessa quase carpideira agradou tanto que, durante quase um ano, os brasileiros se acostumaram a repetir expressões italianas, ditas por Giuliana e Matteo. Amore mio, por exemplo, virou bordão. O fato é que Terra Nostra teve picos de 58 pontos no Ibope, recorde na época.

Thiago Lacerda, que vinha de papéis menores, viveu seu primeiro protagonista. Ana Paula Arósio, por sua vez, demarcou em Terra Nostra sua primeira primeira novela na Globo, após a estréia da minissérie Hilda Furacão.

Quem também estreou na emissora, por conta de Terra Nostra, foi a bela Maria Fernanda Cândido, na pele da imigrante Paola: ela foi eleita Musa do Século numa enquete do Fantástico. A trama também revelou o galã capixaba Juan Alba, que viveu o sedutor cocheiro Josué, e o ator-mirim André Luiz Miranda, que conquistou o público como o carismático órfão Tiziu. Vale rever.

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    08/06/2004 0h00

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    A novela de Benedito Ruy Barbosa tem como pano de fundo a saga da imigração italiana para contar a história de amor de Giuliana e Matteo. A história, original de 1979, é dividida em três fases e fez tanto sucesso que já foi vendida para 70 países. Só ficou atrás de Escrava Isaura, comercializada para 79 nações.

    “Foi sucesso porque fala da história de todo o povo brasileiro, com a chegada de imigrantes”, diz Edilene Barbosa, que na trama colaborou com o pai, Benedito. O começo da novela foi gravado num navio em Londres, ao custo de R$ 100 mil por capítulo.

    Um capítulo de Terra Nostra pode ser vendido por US$ 250 para países pobres, como Cuba, e chegar a US$ 20 mil se for exibido numa grande emissora na Europa. Valiosas lágrimas essas de Ana Paula/Giuliana – que, segundo dados da Globo, somente nos primeiros 30 capítulos da novela chorou 25 vezes.

    Mas nem tudo foram lágrimas; ou, por outro lado, a saga dessa quase carpideira agradou tanto que, durante quase um ano, os brasileiros se acostumaram a repetir expressões italianas, ditas por Giuliana e Matteo. Amore mio, por exemplo, virou bordão. O fato é que Terra Nostra teve picos de 58 pontos no Ibope, recorde na época.

    Thiago Lacerda, que vinha de papéis menores, viveu seu primeiro protagonista. Ana Paula Arósio, por sua vez, demarcou em Terra Nostra sua primeira primeira novela na Globo, após a estréia da minissérie Hilda Furacão.

    Quem também estreou na emissora, por conta de Terra Nostra, foi a bela Maria Fernanda Cândido, na pele da imigrante Paola: ela foi eleita Musa do Século numa enquete do Fantástico. A trama também revelou o galã capixaba Juan Alba, que viveu o sedutor cocheiro Josué, e o ator-mirim André Luiz Miranda, que conquistou o público como o carismático órfão Tiziu. Vale rever.

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