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Che Guevara antes do mito

Arquivo Geral

13/04/2005 0h00

Nos anos 50, Ernesto Che Guevara (Gael garcia Bernal), aos 23 anos, sai em viagem pela América do Sul na companhia de um amigo, Alberto Granado (Rodrigo de la Serna). Da Argentina natal, eles seguem rumo à Venezuela, percorrendo todo o trajeto montados em uma motocicleta capenga, batizada de La Poderosa. Inicialmente buscando aventura, os dois descobrirão, ao longo do percurso, a realidade de injustiça e miséria que marca a vida dos povos latino-americanos -uma realidade até então bem distante da deles.

Co-produção de vários países, falado em espanhol e dirigido pelo brasileiro Walter Salles (de Central do Brasil), Diários de Motocicleta, que chega às locadoras nesta semana, tem como protagonista o mítico Ernesto Guevara, embora seja vista na tela uma espécie de “pré-Che Guevara” tal qual o conhecemos hoje; em vez do ícone de rebeldia e luta, vemos um Che imaturo, tímido e até alienado, embora sensível o suficiente para notar que algo está errado e precisa ser mudado.

Ainda que conduzido sem maiores ousadias, do modo certinho e bom-moço habitual de Salles, Diários tem grandes qualidades. É um filme sensível e esteticamente belo. Fez sucesso lá fora e ganhou até um Oscar (melhor canção).

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    Che Guevara antes do mito

    Arquivo Geral

    13/04/2005 0h00

    Nos anos 50, Ernesto Che Guevara (Gael garcia Bernal), aos 23 anos, sai em viagem pela América do Sul na companhia de um amigo, Alberto Granado (Rodrigo de la Serna). Da Argentina natal, eles seguem rumo à Venezuela, percorrendo todo o trajeto montados em uma motocicleta capenga, batizada de La Poderosa. Inicialmente buscando aventura, os dois descobrirão, ao longo do percurso, a realidade de injustiça e miséria que marca a vida dos povos latino-americanos -uma realidade até então bem distante da deles.

    Co-produção de vários países, falado em espanhol e dirigido pelo brasileiro Walter Salles (de Central do Brasil), Diários de Motocicleta, que chega às locadoras nesta semana, tem como protagonista o mítico Ernesto Guevara, embora seja vista na tela uma espécie de “pré-Che Guevara” tal qual o conhecemos hoje; em vez do ícone de rebeldia e luta, vemos um Che imaturo, tímido e até alienado, embora sensível o suficiente para notar que algo está errado e precisa ser mudado.

    Ainda que conduzido sem maiores ousadias, do modo certinho e bom-moço habitual de Salles, Diários tem grandes qualidades. É um filme sensível e esteticamente belo. Fez sucesso lá fora e ganhou até um Oscar (melhor canção).

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