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CDs inéditos de Noite Ilustrada

Arquivo Geral

27/11/2003 0h00

Há quatro meses, o samba perdia um de seus maiores representantes. O baque foi forte, mas agora o gênero se revigora com o lançamento de dois CDs póstumos de Noite Ilustrada: um em homenagem a Ataulpho Alves, já nas lojas, e outro baseado no repertório de Lupicínio Rodrigues, que será lançado na semana que vem.

Além de ouvir clássicos dos dois mestres, os CDs são uma ótima oportunidade para lembrar do sambista Mário de Souza Marques Filho, o Noite Ilustrada, que não se cansava de receber elogios de seus pares — apesar de não ter tido o devido reconhecimento em vida.

“Noite Ilustrada era o samba clássico”, lembra Beth Carvalho. “Ouvi-lo era remeter-se ao passado de Cartola, Nelson Cavaquinho… Era um exemplo para a nova geração.” Para Nelson Sargento, o timbre de voz de Noite é inesquecível. “Ele tinha uma voz bonita, uma pronúncia correta. E é sensacional reviver Noite, Ataulpho e Lupicínio com esses discos”.

O CD Ao mestre com carinho era um sonho antigo de Noite Ilustrada. Ataulpho era seu ídolo, em quem ele se espelhava na maneira de cantar. No CD, Noite fez um apanhado do que gravara de Ataulpho em seus 50 anos de carreira, como Mulata assanhada e Na cadência do Samba. Já no disco sobre Lupicínio Rodrigues, estão sucessos como Nervos de Aço e Cadeira Vazia. Há ainda uma faixa interativa em que se pode ver o último dia de gravação de Noite, que morreu de câncer ósseo. “Ele já estava muito doente quando gravou os CDs”, recorda Denise Marques, sua viúva. “Saía da radioterapia, ia gravar e depois ia para a quimioterapia”.

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    27/11/2003 0h00

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    Além de ouvir clássicos dos dois mestres, os CDs são uma ótima oportunidade para lembrar do sambista Mário de Souza Marques Filho, o Noite Ilustrada, que não se cansava de receber elogios de seus pares — apesar de não ter tido o devido reconhecimento em vida.

    “Noite Ilustrada era o samba clássico”, lembra Beth Carvalho. “Ouvi-lo era remeter-se ao passado de Cartola, Nelson Cavaquinho… Era um exemplo para a nova geração.” Para Nelson Sargento, o timbre de voz de Noite é inesquecível. “Ele tinha uma voz bonita, uma pronúncia correta. E é sensacional reviver Noite, Ataulpho e Lupicínio com esses discos”.

    O CD Ao mestre com carinho era um sonho antigo de Noite Ilustrada. Ataulpho era seu ídolo, em quem ele se espelhava na maneira de cantar. No CD, Noite fez um apanhado do que gravara de Ataulpho em seus 50 anos de carreira, como Mulata assanhada e Na cadência do Samba. Já no disco sobre Lupicínio Rodrigues, estão sucessos como Nervos de Aço e Cadeira Vazia. Há ainda uma faixa interativa em que se pode ver o último dia de gravação de Noite, que morreu de câncer ósseo. “Ele já estava muito doente quando gravou os CDs”, recorda Denise Marques, sua viúva. “Saía da radioterapia, ia gravar e depois ia para a quimioterapia”.

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