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Castigo na ficção e liberdade na realidade

Arquivo Geral

19/09/2004 0h00

“Criei meus três filhos igualmente, mas desde pequena sabia que Regina iria me dar trabalho. Como é a caçula, a mãe a mimou demais e ela se tornou um pouco rebelde. E cresceu muito voluntariosa, cheia de vontade, a ponto de esconder as coisas do pai. Amo minha filha, mas, por ela ser mais exibida, tenho de redobrar a vigilância. Sei que sou rígido, meus modelos de comportamento são antiquados, mas só quero defender a minha filha. E é inadmissível para mim que Regina desfile de tapa-sexo numa escola de samba. Mas eu a quero tão bem, que não deixarei de falar com ela como fiz com Venâncio (André Gonçalves). Não chego a renegá-la. Apenas a mandarei para Recife como castigo, até o Carnaval passar. Depois, ela volta. Faço isso para o próprio bem dela, apesar de sentir muitas saudades da minha caçula.”

Wolf Maya

“A gente que trabalha com arte, com algum segmento humano, tem maior liberdade com os filhos. Sempre me pautei em sua criação pela absoluta sinceridade, respeito e liberdade. Maria e eu sempre fomos muito cúmplices em todos os assuntos. E como desde pequena ela se interessou pela vida artística, nossas conversas extrapolaram a relação de pai e filha. Viajei muito com ela, desde cedo, mostrando-lhe os teatros, as atrizes de modo geral. Para mim, o grande espetáculo é ver que Maria é inteligente, tem sensibilidade e força de vontade. Tem um currículo invejável, sempre foi a primeira da turma. É disciplinada no trabalho e não terei problemas, quando acontecer, em dirigi-la em cenas mais ousadas. Somos todos profissionais”.

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    Arquivo Geral

    19/09/2004 0h00

    “Criei meus três filhos igualmente, mas desde pequena sabia que Regina iria me dar trabalho. Como é a caçula, a mãe a mimou demais e ela se tornou um pouco rebelde. E cresceu muito voluntariosa, cheia de vontade, a ponto de esconder as coisas do pai. Amo minha filha, mas, por ela ser mais exibida, tenho de redobrar a vigilância. Sei que sou rígido, meus modelos de comportamento são antiquados, mas só quero defender a minha filha. E é inadmissível para mim que Regina desfile de tapa-sexo numa escola de samba. Mas eu a quero tão bem, que não deixarei de falar com ela como fiz com Venâncio (André Gonçalves). Não chego a renegá-la. Apenas a mandarei para Recife como castigo, até o Carnaval passar. Depois, ela volta. Faço isso para o próprio bem dela, apesar de sentir muitas saudades da minha caçula.”

    Wolf Maya

    “A gente que trabalha com arte, com algum segmento humano, tem maior liberdade com os filhos. Sempre me pautei em sua criação pela absoluta sinceridade, respeito e liberdade. Maria e eu sempre fomos muito cúmplices em todos os assuntos. E como desde pequena ela se interessou pela vida artística, nossas conversas extrapolaram a relação de pai e filha. Viajei muito com ela, desde cedo, mostrando-lhe os teatros, as atrizes de modo geral. Para mim, o grande espetáculo é ver que Maria é inteligente, tem sensibilidade e força de vontade. Tem um currículo invejável, sempre foi a primeira da turma. É disciplinada no trabalho e não terei problemas, quando acontecer, em dirigi-la em cenas mais ousadas. Somos todos profissionais”.

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