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Casseta & Planeta já vendeu mais de cem mil

Arquivo Geral

20/12/2005 0h00

Em 2000, a editora colocou à venda o script de Presença de Anita, minissérie da Globo assinada por Manoel Carlos. Foram vendidos seis mil exemplares. Já os livros do Casseta & Planeta, também da Objetiva, são best sellers. O primeiro com piadas vendeu cem mil e o de Seu Creyson, 90 mil.
“A nossa percepção é que a tendência da convergência traz cada vez mais possibilidades de migrar a produção da TV para o livro. Mas é preciso ser um conteúdo forte para ser lido, e não assistido. Não se pode apenas transpor uma marca da televisão sem que haja um consistente trabalho editorial”, avalia Isa.
Para 2006, adianta que a Objetiva negocia com Marcelo Tas a fim de colocar no mercado algo na linha O Brasil Visto por Ernesto Varela, o repórter-astro criado e vivido por ele nos anos 80.
Coordenadora editorial da Globo, Maria Cristina Fernandes da Silva ressalta que não basta o programa ter boa audiência para ser bem-sucedido nas prateleiras.
“O conteúdo tem de ser adequado para a adaptação em livro. Muitas vezes usamos o universo do programa para aprofundar determinados assuntos, como fizemos em Uma Saga Amazônica através da Minissérie Mad Maria, A Década de 30 através da Novela Esperança e A Década de 40 através da Minissérie Aquarela do Brasil”, diz Maria Cristina.
O formato livro funciona bem ainda, em sua opinião, quando grande parte do conteúdo não pôde ir ao ar na TV em razão das edições curtas. É o caso de Dossiê Brasília – Os Segredos dos Presidentes, com a íntegra das entrevistas feitas por Geneton Moraes Neto para o Fantástico, e A Fantástica Volta ao Mundo, com o que foi cortado da série apresentada por Zeca Camargo.

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    Arquivo Geral

    20/12/2005 0h00

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    “A nossa percepção é que a tendência da convergência traz cada vez mais possibilidades de migrar a produção da TV para o livro. Mas é preciso ser um conteúdo forte para ser lido, e não assistido. Não se pode apenas transpor uma marca da televisão sem que haja um consistente trabalho editorial”, avalia Isa.
    Para 2006, adianta que a Objetiva negocia com Marcelo Tas a fim de colocar no mercado algo na linha O Brasil Visto por Ernesto Varela, o repórter-astro criado e vivido por ele nos anos 80.
    Coordenadora editorial da Globo, Maria Cristina Fernandes da Silva ressalta que não basta o programa ter boa audiência para ser bem-sucedido nas prateleiras.
    “O conteúdo tem de ser adequado para a adaptação em livro. Muitas vezes usamos o universo do programa para aprofundar determinados assuntos, como fizemos em Uma Saga Amazônica através da Minissérie Mad Maria, A Década de 30 através da Novela Esperança e A Década de 40 através da Minissérie Aquarela do Brasil”, diz Maria Cristina.
    O formato livro funciona bem ainda, em sua opinião, quando grande parte do conteúdo não pôde ir ao ar na TV em razão das edições curtas. É o caso de Dossiê Brasília – Os Segredos dos Presidentes, com a íntegra das entrevistas feitas por Geneton Moraes Neto para o Fantástico, e A Fantástica Volta ao Mundo, com o que foi cortado da série apresentada por Zeca Camargo.

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