Menu
Promoções

Cascudo vence mostra de teatro do Sesc

Arquivo Geral

28/10/2004 0h00

Prêmios, homenagens e convidados ilustres encerraram a II Mostra Sesc do Teatro Candango. O espetáculo Cascudo foi o grande vencedor, ficando com quatro dos sete prêmios: melhor direção, iluminação, atriz e espetáculo. A melhor cenografia foi para Maria Carmem, da peça Decamerão, Histórias Quase Santas. Hugo Rodas e Eliana Carneiro levaram o prêmio de melhor figurino por Salomé. Denis Camargo foi premiado como melhor ator por O Facilitador.

O diretor e ator Humberto Pedrancini foi o convidado especial pelos seus 30 anos de carreira. Também estiveram presentes os atores Françoise Fourton, Maria Zilda, Lucélia Santos, Rosamaria Murtinho, Karin Fehrmann, Murilo Rosa e Paulo Autran.

O “lord” do teatro brasileiro Paulo Autran, 82 anos, conta que veio à Brasília com a intenção de homenagear os colegas de profissão e o teatro candango. “Só soube que seria homenageado quando cheguei”, diz. O ator fala sobre a necessidade de estar sempre se reciclando. “A forma de representar muda sempre. Coitado de quem não percebe isso”, provoca.

Paulo Autran elogia a iniciativa do Sesc em premiar novos talentos. “Tudo que incentiva as artes cênicas é importante. O teatro é uma atividade positiva, ela encaminha os menores para uma vida melhor”, acrescenta. Autran cita como atores promissores da nova geração Rodrigo Santoro, Matheus Nachtergaele, Petrônio Gontijo e Murilo Rosa.

O brasiliense Murilo, também homenageado pela mostra, diz que é uma honra estar ao lado de Paulo Autran neste momento. “Quando percebemos o reconhecimento é muito bacana”, orgulha-se. Murilo foi premiado na última segunda-feira pela Academia Internacional de Cultura como expressão nacional. Nos 11 anos de carreira ele atuou em dez novelas, oito filmes e perdeu as contas do número de peças. E tudo começou aqui na cidade.

“Ser convidado para essa mostra me traz uma felicidade dupla. Primeiro porque é uma premiação para a arte brasiliense e quando eu saí daqui não tinha esse tipo de incentivo. E, também, porque é uma honra estar presente na homenagem aos 30 anos de carreira de Pedrancini. Ele foi meu primeiro professor, guardo sua lembrança com muito carinho”, confessa.

    Você também pode gostar

    Cascudo vence mostra de teatro do Sesc

    Arquivo Geral

    28/10/2004 0h00

    Prêmios, homenagens e convidados ilustres encerraram a II Mostra Sesc do Teatro Candango. O espetáculo Cascudo foi o grande vencedor, ficando com quatro dos sete prêmios: melhor direção, iluminação, atriz e espetáculo. A melhor cenografia foi para Maria Carmem, da peça Decamerão, Histórias Quase Santas. Hugo Rodas e Eliana Carneiro levaram o prêmio de melhor figurino por Salomé. Denis Camargo foi premiado como melhor ator por O Facilitador.

    O diretor e ator Humberto Pedrancini foi o convidado especial pelos seus 30 anos de carreira. Também estiveram presentes os atores Françoise Fourton, Maria Zilda, Lucélia Santos, Rosamaria Murtinho, Karin Fehrmann, Murilo Rosa e Paulo Autran.

    O “lord” do teatro brasileiro Paulo Autran, 82 anos, conta que veio à Brasília com a intenção de homenagear os colegas de profissão e o teatro candango. “Só soube que seria homenageado quando cheguei”, diz. O ator fala sobre a necessidade de estar sempre se reciclando. “A forma de representar muda sempre. Coitado de quem não percebe isso”, provoca.

    Paulo Autran elogia a iniciativa do Sesc em premiar novos talentos. “Tudo que incentiva as artes cênicas é importante. O teatro é uma atividade positiva, ela encaminha os menores para uma vida melhor”, acrescenta. Autran cita como atores promissores da nova geração Rodrigo Santoro, Matheus Nachtergaele, Petrônio Gontijo e Murilo Rosa.

    O brasiliense Murilo, também homenageado pela mostra, diz que é uma honra estar ao lado de Paulo Autran neste momento. “Quando percebemos o reconhecimento é muito bacana”, orgulha-se. Murilo foi premiado na última segunda-feira pela Academia Internacional de Cultura como expressão nacional. Nos 11 anos de carreira ele atuou em dez novelas, oito filmes e perdeu as contas do número de peças. E tudo começou aqui na cidade.

    “Ser convidado para essa mostra me traz uma felicidade dupla. Primeiro porque é uma premiação para a arte brasiliense e quando eu saí daqui não tinha esse tipo de incentivo. E, também, porque é uma honra estar presente na homenagem aos 30 anos de carreira de Pedrancini. Ele foi meu primeiro professor, guardo sua lembrança com muito carinho”, confessa.

      Você também pode gostar

      Assine nossa newsletter e
      mantenha-se bem informado