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CANDANGOS NO CORCOVADO

Arquivo Geral

17/05/2004 0h00

Uma nova geração de instrumentistas candangos conquista seu espaço na noite carioca. O bandolinista brasiliense Hamilton de Holanda lidera a migração dos chorões que criaram asas no Clube do Choro de Brasília e agora ganham os ares do Corcovado com seu talento. Hamilton, no Rio desde o final de 2002, se uniu a Zélia Duncan, com quem excursiona pelo Brasil divulgando o novo álbum da cantora, Eu Me Transformo em Outras.

Daniel Santiago, violonista brasiliense parceiro de Hamilton, aproveitou as portas abertas e emplacou seu talento ao lado de Leila Pinheiro, Beth Carvalho, Elza Soares e Paulo Sérgio Santos. “O Rio é o porto para a gente trabalhar”, destaca Daniel, que somente neste ano fez shows na Europa e nos Estados Unidos. “Só viajei para o exterior porque consegui projeção aqui”, reforça o violonista. Já Rogério Caetano, violonista 7 cordas e terceiro vértice do triângulo instrumental Brasília Brasil Trio, de Hamilton de Holanda e Daniel Santiago, arruma as malas e se junta ao time no Rio de Janeiro no próximo mês de julho. Hamilton acredita que o mérito do bom espaço reservado para o artista brasiliense na noite carioca é de Brasília. “A cidade preparou a gente. Aqui tem muita competição, mas quando o músico é candango, é visto de outra forma. Acho que é aquele negócio que só Brasília tem de misturar chimarrão com pão-de-queijo”, diz. Digno de aplausos do grande saxofonista Paulo Moura, o gaitista Gabriel Grossi abandonou a faculdade de Jornalismo na Universidade Católica de Brasília e partiu para a Europa, onde tentou a sorte por quase um ano. De volta ao Brasil, no ano passado, radicou-se na capital carioca. “Adoro Brasília, o Clube do Choro, mas aqui o instrumentista tem muito mais chances”, disse Gabriel ao Jornal de Brasília após estrear show no Centro Cultural Carioca, na noite da segunda-feira passada. Em pouco tempo de atuação nos palcos do Rio, o gaitista chamou a atenção de Zélia Duncan, que se declarou fã do estilo do garoto de 25 anos e ainda o convidou para tocar com o conterrâneo Hamilton em seu novo CD. “Ela só chamou candango”, acrescenta. Escolheu o melhor.

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    Daniel Santiago, violonista brasiliense parceiro de Hamilton, aproveitou as portas abertas e emplacou seu talento ao lado de Leila Pinheiro, Beth Carvalho, Elza Soares e Paulo Sérgio Santos. “O Rio é o porto para a gente trabalhar”, destaca Daniel, que somente neste ano fez shows na Europa e nos Estados Unidos. “Só viajei para o exterior porque consegui projeção aqui”, reforça o violonista. Já Rogério Caetano, violonista 7 cordas e terceiro vértice do triângulo instrumental Brasília Brasil Trio, de Hamilton de Holanda e Daniel Santiago, arruma as malas e se junta ao time no Rio de Janeiro no próximo mês de julho. Hamilton acredita que o mérito do bom espaço reservado para o artista brasiliense na noite carioca é de Brasília. “A cidade preparou a gente. Aqui tem muita competição, mas quando o músico é candango, é visto de outra forma. Acho que é aquele negócio que só Brasília tem de misturar chimarrão com pão-de-queijo”, diz. Digno de aplausos do grande saxofonista Paulo Moura, o gaitista Gabriel Grossi abandonou a faculdade de Jornalismo na Universidade Católica de Brasília e partiu para a Europa, onde tentou a sorte por quase um ano. De volta ao Brasil, no ano passado, radicou-se na capital carioca. “Adoro Brasília, o Clube do Choro, mas aqui o instrumentista tem muito mais chances”, disse Gabriel ao Jornal de Brasília após estrear show no Centro Cultural Carioca, na noite da segunda-feira passada. Em pouco tempo de atuação nos palcos do Rio, o gaitista chamou a atenção de Zélia Duncan, que se declarou fã do estilo do garoto de 25 anos e ainda o convidou para tocar com o conterrâneo Hamilton em seu novo CD. “Ela só chamou candango”, acrescenta. Escolheu o melhor.

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