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Calmon, um hippie atormentado que virou autor

Arquivo Geral

01/09/2004 0h00

Antônio Calmon é craque em escrever para o público jovem. É deste autor amazonense sucessos como Armação Ilimitada e Top Model, isso sem contar as mais recentes Vamp e Um Anjo Caiu do Céu. E para manter a boa audiência das novelas das sete, Calmon ganhou o reforço de Elizabeth Jhin para escrever a seu lado Começar de Novo, que estreou na segunda-feira.

“Eu e Beth já trabalhamos juntos. Fizemos, por exemplo, a criação do seriado Mulher, com Daniel Filho. É uma parceria que dá certo, um contraponto”, explica Calmon a cumplicidade.

O autor se sentiu muito à vontade para criar, junto com a colega, os tipos de Começar de Novo. Dois em especial, o Vô Doidão (Luis Gustavo) e a Vó Doidona (Marília Pêra), os hippies hilários da trama, dizem muito a Calmon.

“Eu era um hippie atormentado. Ontem mesmo eu revi cenas do documentário de Woodstock. Existem muitos bichos-grilos por aí. Hoje, no Brasil, quando a gente fala de uma determinada categoria profissional ou de estilo de vida, tem sempre gente para ficar reclamando. Por isso, decidi escrever sobre os hippies, pois eles não vêem televisão e por isso não vão reclamar. A TV deles é outra.”, brinca o novelista.

Na memóriaSobre a trama central entre Miguel Arcanjo/Andrei (Marcos Paulo) e Letícia (Natália do Vale), Calmon diz que acredita que é possível um amor de infância ser revivido. E vai além: para ele, fica na memória dos amantes aquela imagem jovem do amor: “Quando você ama uma pessoa, ela não envelhece. Os anos passam, e ela continua igual para você.” É, o amor é inesquecível mesmo.

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    01/09/2004 0h00

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    “Eu e Beth já trabalhamos juntos. Fizemos, por exemplo, a criação do seriado Mulher, com Daniel Filho. É uma parceria que dá certo, um contraponto”, explica Calmon a cumplicidade.

    O autor se sentiu muito à vontade para criar, junto com a colega, os tipos de Começar de Novo. Dois em especial, o Vô Doidão (Luis Gustavo) e a Vó Doidona (Marília Pêra), os hippies hilários da trama, dizem muito a Calmon.

    “Eu era um hippie atormentado. Ontem mesmo eu revi cenas do documentário de Woodstock. Existem muitos bichos-grilos por aí. Hoje, no Brasil, quando a gente fala de uma determinada categoria profissional ou de estilo de vida, tem sempre gente para ficar reclamando. Por isso, decidi escrever sobre os hippies, pois eles não vêem televisão e por isso não vão reclamar. A TV deles é outra.”, brinca o novelista.

    Na memóriaSobre a trama central entre Miguel Arcanjo/Andrei (Marcos Paulo) e Letícia (Natália do Vale), Calmon diz que acredita que é possível um amor de infância ser revivido. E vai além: para ele, fica na memória dos amantes aquela imagem jovem do amor: “Quando você ama uma pessoa, ela não envelhece. Os anos passam, e ela continua igual para você.” É, o amor é inesquecível mesmo.

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