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Brasília vira um palco contemporâneo

Arquivo Geral

30/09/2005 0h00

A programação da sexta edição do Cena Contemporânea – Festival Internacional de Teatro de Brasília traz hoje para o público o trabalho incendiário El Nino, do grupo polonês Stowarzyszenie Teatralne A Part, até então inédito no País. Em apresentação gratuita para a platéia, ao ar livre, o grupo discute as relações amorosas numa época de ansiedade e medo, com ênfase na figura feminina e na maternidade. O espetáculo trata, sem palavras, de temas como as doenças sexualmente transmissíveis, terrorismo e guerra, com o uso de adereços cênicos como fumaça, água e fogo.

Entre os destaques locais, o Cena exibe, neste fim de semana, o novo trabalho do núcleo de dança Basirah, dirigido por Giselle Rodrigues, intitulado De Água e Sal, que inclui a participação de alguns destacados intérpretes de dança-teatro de Brasília. O ator e diretor André Amaro, do Teatro Caleidoscópio, engrossa a lista de brasilienses na mostra com Caixa Preta, um espetáculo que aprofunda as pesquisas do grupo no teatro físico.

Uma seqüência de espetáculos nacionais também fazem parte da programação do festival, que se estende até o dia 9 de outubro, com os sucessos A Voz do Provocador, de Antonio Abujamra; Regurgitofagia, de Michel Melamed; e Arena Conta Danton, da Cia Livre. No total, serão 12 dias de programação, ocupando salas do Centro Cultural Banco do Brasil, Teatro da Caixa, Teatro Sesc Garagem, Teatro Funarte Plínio Marcos, Teatro Goldoni e Teatro Caleidoscópio.

O Cena Contemporânea tem curadoria coordenada pelo diretor do festival, Guilherme Reis. Em média, cada grupo fará duas sessões para um público estimado em mais de dez mil pessoas. Além das apresentações, o festival oferece palestras e oficinas. O festival foi criado em 1995 e, desde 2001 tem mantido periodicidade anual. Nesta edição de 2005, o evento amplia o relacionamento com o público e oferece espetáculos gratuitos ao ar livre.

Este ano o festival celebra a criação de uma sede permanente, que vai acolher diversas atividades durante todo o ano, como um prolongamento do festival. Trata-se do Espaço Cena, ponto de convergência para profissionais que poderão desenvolver e apresentar seus projetos ao longo do ano. Durante esta nova edição, o local acolherá os encontros para conversas com os grupos convidados e também será inaugurado com uma performance protagonizada pela atriz Iara Pietricovsky.

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    Arquivo Geral

    30/09/2005 0h00

    A programação da sexta edição do Cena Contemporânea – Festival Internacional de Teatro de Brasília traz hoje para o público o trabalho incendiário El Nino, do grupo polonês Stowarzyszenie Teatralne A Part, até então inédito no País. Em apresentação gratuita para a platéia, ao ar livre, o grupo discute as relações amorosas numa época de ansiedade e medo, com ênfase na figura feminina e na maternidade. O espetáculo trata, sem palavras, de temas como as doenças sexualmente transmissíveis, terrorismo e guerra, com o uso de adereços cênicos como fumaça, água e fogo.

    Entre os destaques locais, o Cena exibe, neste fim de semana, o novo trabalho do núcleo de dança Basirah, dirigido por Giselle Rodrigues, intitulado De Água e Sal, que inclui a participação de alguns destacados intérpretes de dança-teatro de Brasília. O ator e diretor André Amaro, do Teatro Caleidoscópio, engrossa a lista de brasilienses na mostra com Caixa Preta, um espetáculo que aprofunda as pesquisas do grupo no teatro físico.

    Uma seqüência de espetáculos nacionais também fazem parte da programação do festival, que se estende até o dia 9 de outubro, com os sucessos A Voz do Provocador, de Antonio Abujamra; Regurgitofagia, de Michel Melamed; e Arena Conta Danton, da Cia Livre. No total, serão 12 dias de programação, ocupando salas do Centro Cultural Banco do Brasil, Teatro da Caixa, Teatro Sesc Garagem, Teatro Funarte Plínio Marcos, Teatro Goldoni e Teatro Caleidoscópio.

    O Cena Contemporânea tem curadoria coordenada pelo diretor do festival, Guilherme Reis. Em média, cada grupo fará duas sessões para um público estimado em mais de dez mil pessoas. Além das apresentações, o festival oferece palestras e oficinas. O festival foi criado em 1995 e, desde 2001 tem mantido periodicidade anual. Nesta edição de 2005, o evento amplia o relacionamento com o público e oferece espetáculos gratuitos ao ar livre.

    Este ano o festival celebra a criação de uma sede permanente, que vai acolher diversas atividades durante todo o ano, como um prolongamento do festival. Trata-se do Espaço Cena, ponto de convergência para profissionais que poderão desenvolver e apresentar seus projetos ao longo do ano. Durante esta nova edição, o local acolherá os encontros para conversas com os grupos convidados e também será inaugurado com uma performance protagonizada pela atriz Iara Pietricovsky.

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