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Brasil visto por um artista polonês

Arquivo Geral

23/04/2004 0h00

Polonês criado no Canadá e brasileiro por opção, o artista plástico Maciej Babinski celebra meio século de carreira artística no Brasil, com a mostra Babinski, 50 Anos de Brasil. A exposição está em cartaz na galeria principal do Conjunto Cultural da Caixa (SBS quadra 4) e reúne trabalhos realizados desde os seus 22 anos de idade, quando decidiu abandonar o frio Canadá e vir morar no País.

Sob a curadoria da mineira Elizabeth Nasser, que ainda prepara um livro-catálogo sobre o artista, Babinski reuniu cerca de 190 trabalhos, feitos em diferentes técnicas. Há, inclusive, desenhos criados em rascunho de papel da empresa onde trabalhou na década de 60 e coloridos com os dedos sujos de tinta de carimbo. Na época, assim que chegou ao Brasil, teve que deixar de lado a arte para sobreviver. Trabalhou em inúmeras multinacionais para conseguir sobreviver, mas nunca sobrava dinheiro para comprar os materiais de pintura como tintas e telas. Tudo o que era papel que aparecia à sua frente, era transformado em arte.

“O meu forte na época eram os desenhos e gravuras, que naquela época não tinham valor. Por esse motivo, consegui guardar tantos”, brinca o artista. Ele desenvolveu diferentes técnicas de produção, mas todas de maneira muito pessoal, o que torna seu trabalho único. A pintura, por exemplo, só surgiu na arte de Maciej Babinski em 1972.

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    23/04/2004 0h00

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    Sob a curadoria da mineira Elizabeth Nasser, que ainda prepara um livro-catálogo sobre o artista, Babinski reuniu cerca de 190 trabalhos, feitos em diferentes técnicas. Há, inclusive, desenhos criados em rascunho de papel da empresa onde trabalhou na década de 60 e coloridos com os dedos sujos de tinta de carimbo. Na época, assim que chegou ao Brasil, teve que deixar de lado a arte para sobreviver. Trabalhou em inúmeras multinacionais para conseguir sobreviver, mas nunca sobrava dinheiro para comprar os materiais de pintura como tintas e telas. Tudo o que era papel que aparecia à sua frente, era transformado em arte.

    “O meu forte na época eram os desenhos e gravuras, que naquela época não tinham valor. Por esse motivo, consegui guardar tantos”, brinca o artista. Ele desenvolveu diferentes técnicas de produção, mas todas de maneira muito pessoal, o que torna seu trabalho único. A pintura, por exemplo, só surgiu na arte de Maciej Babinski em 1972.

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