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Botox não resolve todos os problemas

Arquivo Geral

05/06/2004 0h00

Estima-se que a toxina botulínica movimente mais de R$ 100 milhões por ano no País, graças à explosão de consumo que ocorreu a partir do ano 2000, quando a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) liberou a comercialização da substância no mercado brasileiro.

Independentemente da especificidade do botox, é preciso esclarecer que nem tudo pode ser corrigido com o produto, que parece ter surgido como o salvador da pele de muitas mulheres.

Cinco anos atrás, quem quisesse atenuar as marcas do envelhecimento tinha de se submeter ao “corta, puxa e costura” da cirurgia plástica. Hoje, há opções variadas e específicas para cada imperfeição cosmética. Quem imaginou que as rugas de expressão desaparecessem com apenas uma picada de agulha? E mais: sem intervenção cirúrgica nem anestesia.

Com a toxina butolínica, ou o popular botox, a especulação virou realidade. O segredo é que a substância interfere nos músculos, região que a cirurgia plástica não alcança.

O consumo do botox colocou o Brasil em segundo lugar no ranking, perdendo apenas para os EUA. Segundo a Dra. Deusa Pires Rodrigues, especialista em cirurgia plástica e membro efetivo da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, anteriormente, a substância era usada apenas para fins terapêuticos. “Aplicava-se o botox para aliviar dores de cabeça intensas. Como efeito colateral, notava-se a atenuação das rugas de expressão. Daí, não demorou para que a toxina fosse usada para objetivos estéticos”, conta a especialista.

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    05/06/2004 0h00

    Estima-se que a toxina botulínica movimente mais de R$ 100 milhões por ano no País, graças à explosão de consumo que ocorreu a partir do ano 2000, quando a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) liberou a comercialização da substância no mercado brasileiro.

    Independentemente da especificidade do botox, é preciso esclarecer que nem tudo pode ser corrigido com o produto, que parece ter surgido como o salvador da pele de muitas mulheres.

    Cinco anos atrás, quem quisesse atenuar as marcas do envelhecimento tinha de se submeter ao “corta, puxa e costura” da cirurgia plástica. Hoje, há opções variadas e específicas para cada imperfeição cosmética. Quem imaginou que as rugas de expressão desaparecessem com apenas uma picada de agulha? E mais: sem intervenção cirúrgica nem anestesia.

    Com a toxina butolínica, ou o popular botox, a especulação virou realidade. O segredo é que a substância interfere nos músculos, região que a cirurgia plástica não alcança.

    O consumo do botox colocou o Brasil em segundo lugar no ranking, perdendo apenas para os EUA. Segundo a Dra. Deusa Pires Rodrigues, especialista em cirurgia plástica e membro efetivo da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, anteriormente, a substância era usada apenas para fins terapêuticos. “Aplicava-se o botox para aliviar dores de cabeça intensas. Como efeito colateral, notava-se a atenuação das rugas de expressão. Daí, não demorou para que a toxina fosse usada para objetivos estéticos”, conta a especialista.

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