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O Projeto Nova Bossa começa hoje e ninguém melhor que um dos percursores do gênero musical para dar início à programação. Carlos Lyra desembarca em Brasília vindo de uma turnê européia e, ao contrário do estilo intimista da música que ele ajudou a divulgar pelo mundo nos anos 60, sobe ao palco do Conjunto Cultural Banco do Brasil (CCBB), às 21h, com banda.

No repertório de Carlinhos Lyra estarão sucessos como Minha Namorada e Primavera , além de histórias sobre a turma da bossa nova. Depois de uma viagem de três semanas ao Japão, onde fez 28 shows em quatro cidades, inclusive Tóquio, Lyra promete um show clássico do gênero. “Toda vez que fiz show em Brasília tive uma receptividade boa”, anima-se Lyra.

Carlos Lyra gravou seu primeiro disco solo em 1959. E não parou mais. Nas décadas de 80 e 90 dedicou-se mais a peças e filmes, além de shows na Europa e Japão com outros nomes da bossa nova. Na década de 70 se envolveu com sua segunda paixão, a Astrologia. Escreveu o livro de O Seu Verdadeiro Signo, publicado pela Editora Codecri. Mas foi a música que envolveu o cantor.

Já lançou 23 discos, o último no mês passado, com músicas dele gravadas por outros cantores, sempre com seu estilo romântico. “Já estou com um novo disco pronto, o Sambalanço. Mas aguardo para negociar com alguma gravadora”, conta.

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Quanto à modernidade da Bossa Nova, Carlos Lyra elogia a nova experiência e diz que “a juventude tem que buscar novidades, e esse é um caminho.”

O projeto vai trazer também outros grandes nomes da música brasileira. No dia 12, Jair Rodrigues e Luciana Mello apresentam um show de transição da bossa para a MPB. Dia 19, Roberto Menescal e o grupo BossaCucaNova unem o tradicional ao moderno. Para encerrar, no dia 26, Fernanda Porto mostra a mistura de bossa nova e música eletrônica, além de participar, no mesmo dia, de uma conversa aberta com o público.

De acordo com a produtora Valéria Colela, o objetivo do projeto é provar que a Bossa Nova ainda tem espaço na música moderna e no repertório de jovens músicos. As apresentações trarão um pouco desse ritmo a Brasília. “O projeto é uma iniciativa muito legal, é um oásis diante do deserto da música de qualidade que vivemos atualmente”, conclui Carlos Lyra.




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O Projeto Nova Bossa começa hoje e ninguém melhor que um dos percursores do gênero musical para dar início à programação. Carlos Lyra desembarca em Brasília vindo de uma turnê européia e, ao contrário do estilo intimista da música que ele ajudou a divulgar pelo mundo nos anos 60, sobe ao palco do Conjunto Cultural Banco do Brasil (CCBB), às 21h, com banda.

No repertório de Carlinhos Lyra estarão sucessos como Minha Namorada e Primavera , além de histórias sobre a turma da bossa nova. Depois de uma viagem de três semanas ao Japão, onde fez 28 shows em quatro cidades, inclusive Tóquio, Lyra promete um show clássico do gênero. “Toda vez que fiz show em Brasília tive uma receptividade boa”, anima-se Lyra.

Carlos Lyra gravou seu primeiro disco solo em 1959. E não parou mais. Nas décadas de 80 e 90 dedicou-se mais a peças e filmes, além de shows na Europa e Japão com outros nomes da bossa nova. Na década de 70 se envolveu com sua segunda paixão, a Astrologia. Escreveu o livro de O Seu Verdadeiro Signo, publicado pela Editora Codecri. Mas foi a música que envolveu o cantor.

Já lançou 23 discos, o último no mês passado, com músicas dele gravadas por outros cantores, sempre com seu estilo romântico. “Já estou com um novo disco pronto, o Sambalanço. Mas aguardo para negociar com alguma gravadora”, conta.

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O projeto vai trazer também outros grandes nomes da música brasileira. No dia 12, Jair Rodrigues e Luciana Mello apresentam um show de transição da bossa para a MPB. Dia 19, Roberto Menescal e o grupo BossaCucaNova unem o tradicional ao moderno. Para encerrar, no dia 26, Fernanda Porto mostra a mistura de bossa nova e música eletrônica, além de participar, no mesmo dia, de uma conversa aberta com o público.

De acordo com a produtora Valéria Colela, o objetivo do projeto é provar que a Bossa Nova ainda tem espaço na música moderna e no repertório de jovens músicos. As apresentações trarão um pouco desse ritmo a Brasília. “O projeto é uma iniciativa muito legal, é um oásis diante do deserto da música de qualidade que vivemos atualmente”, conclui Carlos Lyra.




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