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Arquivo Geral

07/11/2004 0h00

Toda emissora que se preza tem o seu Departamento de Novelas. A Globo, líder nesse segmento e sem rivais pela frente, há muito tempo observa os esforços de seus concorrentes em tentar alguma aproximação. Difícil. Ela ainda reúne os melhores autores, diretores, atores e técnicos – gente que respira novela. Já o SBT, que produz roteiros mexicanos com artistas brasileiros, não investe tão forte quanto a Globo, devido às suas limitações, mas possui o mérito de ser uma boa alternativa ao mercado de trabalho. Nesse momento, inclusive, prepara o lançamento de Esmeralda, e projeta, para 2005, uma outra faixa dedicada à dramaturgia nacional. Além de toda concorrência ser bastante saudável, isso evita que muita gente se torne refém de apenas uma rede de TV. A Record também envereda pelo campo da dramaturgia. Colocou várias tentativas no ar, principalmente em esquema de parceria, porém, só agora, com A Escrava Isaura, começa a colher bons frutos. Sua nova versão registra o segundo lugar no ranking de audiência e coleciona críticas positivas. Que bom. Tal desempenho, salvo qualquer acidente de percurso, deve proporcionar o surgimento de um segundo horário de novelas, em 2005. Herval Rossano, o diretor de Isaura, é o mais animado. De outra parte, mais precisamente, da Rede Bandeirantes, chega a informação de que o empresário Johnny Saad também irá investir em novelas brasileiras no ano que vem. A partir de fevereiro, para ser mais exato. Ele pretende montar um núcleo forte no Morumbi. Portanto, para o mercado, não poderia haver notícia melhor. Até porque, dezenas de artistas continuam desempregados por esse enorme País.

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    07/11/2004 0h00

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      Arquivo Geral

      05/09/2004 0h00

      Que a Bandeirantes alcançou, durante os Jogos de Atenas, “índices extraordinários”, como disse o vice Marcelo Parada em evento para a imprensa na última quarta-feira, não chega a ser surpresa. Canal 1 divulgou suas principais audiências e a média-diária, 4.5 pontos, que deixou a emissora em terceiro lugar no ranking em São Paulo e, em alguns momentos, em primeiro. A Band deu muito trabalho à poderosa Globo, que, comprometida com programas e anunciantes, não ofereceu o devido destaque à Olimpíada. Mas isso são águas passadas. A grande novidade, agora, é o investimento, tanto no aberto quanto no canal por assinatura Bandsports, que a família Saad promete fazer nos segmentos esportivos que ganharam repercussão na Grécia. Parada ainda não sabe como isso acontecerá, mas garante que muito em breve os dois veículos do Grupo Bandeirantes irão se envolver de cabeça nessa iniciativa . A ginástica, devido ao efeito Daiane dos Santos, será a menina dos olhos, claro. Porém, o vôlei (lembra da torcida Band Vôlei?) não poderia ficar de fora. Vamos torcer para que esse projeto seja logo divulgado e transformado em apoio aos nossos atletas.

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        05/09/2004 0h00

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