Linguagens, amores, cidades, amigos. Essas foram algumas das temáticas utilizadas pelo poeta e jornalista Luis Turiba e que estão no livro de poesias Bala, da editora baiana P555. Turiba autografa os exemplares e recita alguns dos poemas hoje, a partir das 18h, na Livraria Esquina da Palavra (406 Norte).
O livro traz quase 50 poemas, produzidos nos últimos sete anos, dividos em três partes. A primeira é Bala, que fala de amor, paixão, por pessoas, lugares, pela língua portuguesa. “São poemas mais simples, que a gente faz para as pessoas que gosta”, revela o poeta. O título do livro é baseado em um poema que diz: “Desarme-se, bala perdida encontra coração solitário”, que está nesta parte.
A segunda foi intitulada Desdiscursos Desvairados e traz reflexões sobre linguagem, crises mundiais, moda, continentes, entre outros. O terceiro é o Meus Amigos de Plástico, com homenagens que fez para artistas plásticos, textos poéticos para exposições de artistas como Galeno e José Roberto Aguilar.
A noite não será apenas de autógrafos. Turiba mostra seu lado “fotógrafo” com a exposição de fotos Olhar de Poeta. São 15 fotos do cotidiano de pessoas e também paisagens.
Este é o quinto livro de Turiba, que estreou como poeta aos 27 anos, com o livro Kiprokó, lançado em 1977, no Rio de Janeiro. Em 1979, veio para Brasília, e lançou o Clube do Ócio, depois Realejos (1988) e Cadê? (1998). Este último veio acompanhado de um CD em que seus amigos musicaram os poemas.