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Aumenta risco para fumantes passivos

Arquivo Geral

01/07/2004 0h00

Os fumantes passivos correm mais 50% ou 60% de risco de terem doenças do coração do que as pessoas não expostas ao tabaco, segundo um estudo divulgado no site da revista British Medical Journal. Até agora, acreditava-se que os fumantes passivos corriam 25% ou 30% mais risco de sofrer essas doenças, mas uma nova e abrangente pesquisa demonstra que a percentagem é ainda maior.

O professor Peter Whincup, do hospital universitário Saint George de Londres, liderou o estudo, feito com 4.792 homens de 18 localidades britânicas durante 20 anos.

Os pesquisadores, que examinaram pessoas expostas ao tabaco em casa e em outros lugares, como no trabalho ou em bares, detectaram uma relação entre a presença de cotinina, derivada da nicotina, no sangue dos fumantes passivos, e um maior risco de contrair doenças cardiovasculares.

O professor Whincup explica que seu estudo é mais conclusivo do que outros anteriores, pois utilizou um marcador biológico, a presença dessa substância no sangue, o que permitiu levar em conta a exposição ao tabaco.

No artigo, ele também pede que sejam feitos mais estudos para determinar com exatidão a relação entre a cotinina e outros biomarcadores e as doenças do coração.

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    Arquivo Geral

    01/07/2004 0h00

    Os fumantes passivos correm mais 50% ou 60% de risco de terem doenças do coração do que as pessoas não expostas ao tabaco, segundo um estudo divulgado no site da revista British Medical Journal. Até agora, acreditava-se que os fumantes passivos corriam 25% ou 30% mais risco de sofrer essas doenças, mas uma nova e abrangente pesquisa demonstra que a percentagem é ainda maior.

    O professor Peter Whincup, do hospital universitário Saint George de Londres, liderou o estudo, feito com 4.792 homens de 18 localidades britânicas durante 20 anos.

    Os pesquisadores, que examinaram pessoas expostas ao tabaco em casa e em outros lugares, como no trabalho ou em bares, detectaram uma relação entre a presença de cotinina, derivada da nicotina, no sangue dos fumantes passivos, e um maior risco de contrair doenças cardiovasculares.

    O professor Whincup explica que seu estudo é mais conclusivo do que outros anteriores, pois utilizou um marcador biológico, a presença dessa substância no sangue, o que permitiu levar em conta a exposição ao tabaco.

    No artigo, ele também pede que sejam feitos mais estudos para determinar com exatidão a relação entre a cotinina e outros biomarcadores e as doenças do coração.

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