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Asma na mãe é pior se bebê for menina

Arquivo Geral

26/05/2004 0h00

As mulheres grávidas que sofrem de asma têm mais probabilidades de registrar uma piora se o bebê for uma menina, segundo um estudo divulgado ontem. O motivo não foi determinado, disse em Orlando (Flórida) o cientista Peter Gibson durante a conferência internacional da Sociedade Torácica dos Estados Unidos.

Gibson acrescentou que o feto feminino possivelmente produz uma substância, em resposta à inflamação das vias respiratórias da mãe asmática, que de alguma forma piora a doença. “A boa notícia é que a grande maioria das mulheres grávidas asmáticas pode controlar sua asma com o tratamento adequado”, acrescentou Gibson, professor do Departamento de Medicina Respiratória do Hospital John Hunter, de Newcastle, Austrália.

O estudo dirigido por Gibson acompanhou 151 mulheres grávida das quais 33 não tinham asma, 38 tinham asma, mas não inalaram esteróides durante a gravidez, e 80 que tinham asma e usaram esteróides inalados todos os dias durante a gravidez. Os esteróides controlam a inflamação das vias respiratórias registrada na asma. “Os esteróides inalados, em geral, são considerados mais seguros para o feto que os esteróides orais”, explicou Gibson.

O cientista descobriu que 60% das mulheres asmáticas que esperavam menino não tiveram sintomas na gravidez e não informaram problemas respiratórios noturnos da 18ª à 30ª semana de gestação. Por outro lado, 61% das asmáticas que esperavam uma menina se mantiveram sem sintomas até a 18ª semana, mas até a 30ª só 28% continuavam livres deles.

Os sintomas noturnos aumentaram significativamente entre a 18ª e 20ª semana entre estas últimas. O uso de esteróides inalados aumentou significativamente nas mulheres grávidas que esperavam menina, mas não mudou nas asmáticas que esperavam menino. A asma é uma doença crônica dos pulmões que se acompanha de uma inflamação dos brônquios e que pode acometer crianças e adultos. Seus principais sintomas são a falta de ar, chiados, sensação de opressão no peito, tosse. Manter a casa limpa e não fumar próximo ao alérgico ajuda a prevenir crises.

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    Gibson acrescentou que o feto feminino possivelmente produz uma substância, em resposta à inflamação das vias respiratórias da mãe asmática, que de alguma forma piora a doença. “A boa notícia é que a grande maioria das mulheres grávidas asmáticas pode controlar sua asma com o tratamento adequado”, acrescentou Gibson, professor do Departamento de Medicina Respiratória do Hospital John Hunter, de Newcastle, Austrália.

    O estudo dirigido por Gibson acompanhou 151 mulheres grávida das quais 33 não tinham asma, 38 tinham asma, mas não inalaram esteróides durante a gravidez, e 80 que tinham asma e usaram esteróides inalados todos os dias durante a gravidez. Os esteróides controlam a inflamação das vias respiratórias registrada na asma. “Os esteróides inalados, em geral, são considerados mais seguros para o feto que os esteróides orais”, explicou Gibson.

    O cientista descobriu que 60% das mulheres asmáticas que esperavam menino não tiveram sintomas na gravidez e não informaram problemas respiratórios noturnos da 18ª à 30ª semana de gestação. Por outro lado, 61% das asmáticas que esperavam uma menina se mantiveram sem sintomas até a 18ª semana, mas até a 30ª só 28% continuavam livres deles.

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