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As trilhas sonoras

Arquivo Geral

19/08/2005 0h00

Trilha sonora de novela é algo que dá problema e provoca discussões desde que a primeira produção do gênero foi realizada por aqui. Em meio aos critérios para a escolha desta ou daquela música, existiam interesses que poderiam levar qualquer uma dessas CPIs a morrer de vergonha. Até bem pouco tempo, esses acertos aconteciam às escondidas e cercados de cuidados, se possível, sem deixar suspeitas ou rastros. De uns anos para cá, a coisa mudou de figura. Hoje, na medida do possível, é tudo escancarado. O jabá foi instituído e oficializado. Não tem mais nada por debaixo do pano. As diversas gravadoras, sempre muito interessadas na coisa, lutam pela colocação das suas músicas, porque sabem que o retorno a elas e aos seus artistas oferecidos será altamente gratificante. Nenhum outro trabalho de divulgação existente consegue resultados interessantes como uma novela da Globo, por exemplo. E isso ainda cedendo à emissora o direito de lançar CDs com as suas trilhas sonoras. A Som Livre, por exemplo, acabou com o seu cast e hoje só trabalha com artistas cedidos pelas outras gravadoras. A única coisa que se reclama é que, às vezes, não existe a sintonia perfeita entre o que é tocado e o apresentado numa cena. Na América de quarta-feira, por exemplo, os personagens da Cléo Pires e Edson Celulari tiveram a sua primeira noite pra valer e a música ao fundo, em vez de um tema romântico ou coisa parecida, era Ela é Carioca, bossa nova dos anos 50 ou 60. Não bateu.

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    19/08/2005 0h00

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