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Arte sobre nossa base de sustentação

Arquivo Geral

25/09/2004 0h00

Raízes não são exclusividade do mundo vegetal. Quem o comprova é a artista goianiense Vânia Ferro, responsável por uma curiosa instalação com nada menos do que 500 pés humanos, esculpidos em papel machê com fibra de vidro e ostentando toda a sorte de estampas e cores, em exposição na Galeria Rubem Valentim do Espaço Cultural Renato Russo, na 508 Sul.

Vânia investe no tema pés numa considerável intenção de resgatar essa “função raiz” dessas partes do corpo humano que, a propósito, representam simplesmente a totalidade de nosso sistema de sustentação na terra, ou seja, a preciosa base de cada um num mundo em que a cada momento as pessoas se vêem desafiadas a demarcar espaços.

“São pés tipo imigrantes”, resume a artista, já conhecida e premiada por exposições em sua cidade natal, Goiânia, e também em Brasília, Rio de Janeiro, São Paulo e até La Paz, na Bolívia, onde participou, em 1987, do Festival Inca Tupi do Instituto Nacional de Arquitetura.

O trabalho de Vânia pode ser visto até o dia 29, com visitação diária de 13h às 21h. Além dos pés, há telas com o tema Olhos, acompanhadas por poemas.

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    25/09/2004 0h00

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    Vânia investe no tema pés numa considerável intenção de resgatar essa “função raiz” dessas partes do corpo humano que, a propósito, representam simplesmente a totalidade de nosso sistema de sustentação na terra, ou seja, a preciosa base de cada um num mundo em que a cada momento as pessoas se vêem desafiadas a demarcar espaços.

    “São pés tipo imigrantes”, resume a artista, já conhecida e premiada por exposições em sua cidade natal, Goiânia, e também em Brasília, Rio de Janeiro, São Paulo e até La Paz, na Bolívia, onde participou, em 1987, do Festival Inca Tupi do Instituto Nacional de Arquitetura.

    O trabalho de Vânia pode ser visto até o dia 29, com visitação diária de 13h às 21h. Além dos pés, há telas com o tema Olhos, acompanhadas por poemas.

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