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Arrasta-pé à moda Mozart

Arquivo Geral

25/11/2003 0h00

Conhecida como uma banda que mistura música erudita com forró, os integrantes brincam com letras musicais famosas e misturam com canções clássicas, como a Sinfonia n° 40 de Mozart. Bons exemplos desse tubo de ensaios musical são as músicas Que Baranga (uma sátira à canção Pretty Woman) e Dançando na Seca (irreverente adaptação do famoso tema Dançando na Chuva).

Os músicos do Forrópera representam personagens fictícios criados pela própria banda. Na sanfona, Raymundo Nonauta, lidera os saxofonistas Ernesto Pascal e MC Virino e o violonista Virgulinux Ferreira. Todos eles cearenses e professores da Escola de Música de Brasília. Como os Secos & Molhados fizeram na década de 70 para não serem reconhecidos, o Forrópera também usa um figurino extravagante para preservar a identidade de cada um.

E cada um do grupo levanta uma bandeira, seja social, política ou musical. “Defendemos temas como o sexo seguro, a campanha antidrogas e o pacifismo”, diz o saxofonista. Todas as idéias são abordadas de forma jocosa. “Não fazemos essa coisa apelativa. São sátiras de bom gosto”, antecipa o instrumentista.

Para Nonauta, essa será uma ocasião muito especial para a banda. “É uma oportunidade maravilhosa que teremos para mostrar nosso trabalho para um público de elite. Vamos unir as músicas que criamos à encenações relacionadas ao cinema”, fala como que guardasse uma surpresa para a grande noite de hoje.

Unir forró à ópera é um grande desafio para o grupo. Mais ainda quando entra na mistura reggae jamaicano e heavy metal, que não deixam de aparecer no repertório regionalista e clássico do Forrópera.

Nonauta entende que essa é uma forma mais fácil de divulgar a música erudita. Portanto, a expectativa do grupo em termos de mercado é bastante otimista. “Já podemos constatar a boa receptividade do público, porque nós fazemos ritmos inovadores”, diz.

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    Arquivo Geral

    25/11/2003 0h00

    Conhecida como uma banda que mistura música erudita com forró, os integrantes brincam com letras musicais famosas e misturam com canções clássicas, como a Sinfonia n° 40 de Mozart. Bons exemplos desse tubo de ensaios musical são as músicas Que Baranga (uma sátira à canção Pretty Woman) e Dançando na Seca (irreverente adaptação do famoso tema Dançando na Chuva).

    Os músicos do Forrópera representam personagens fictícios criados pela própria banda. Na sanfona, Raymundo Nonauta, lidera os saxofonistas Ernesto Pascal e MC Virino e o violonista Virgulinux Ferreira. Todos eles cearenses e professores da Escola de Música de Brasília. Como os Secos & Molhados fizeram na década de 70 para não serem reconhecidos, o Forrópera também usa um figurino extravagante para preservar a identidade de cada um.

    E cada um do grupo levanta uma bandeira, seja social, política ou musical. “Defendemos temas como o sexo seguro, a campanha antidrogas e o pacifismo”, diz o saxofonista. Todas as idéias são abordadas de forma jocosa. “Não fazemos essa coisa apelativa. São sátiras de bom gosto”, antecipa o instrumentista.

    Para Nonauta, essa será uma ocasião muito especial para a banda. “É uma oportunidade maravilhosa que teremos para mostrar nosso trabalho para um público de elite. Vamos unir as músicas que criamos à encenações relacionadas ao cinema”, fala como que guardasse uma surpresa para a grande noite de hoje.

    Unir forró à ópera é um grande desafio para o grupo. Mais ainda quando entra na mistura reggae jamaicano e heavy metal, que não deixam de aparecer no repertório regionalista e clássico do Forrópera.

    Nonauta entende que essa é uma forma mais fácil de divulgar a música erudita. Portanto, a expectativa do grupo em termos de mercado é bastante otimista. “Já podemos constatar a boa receptividade do público, porque nós fazemos ritmos inovadores”, diz.

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