Amanhã é dia de estréia na Globo. Em substituição a Como Uma Onda, entra em cartaz Alma Gêmea, novela de Walcir Carrasco, estrelada por Priscila Fantin e Eduardo Moscovis. Na definição do autor, é uma “história de amor”. Aliás, ninguém melhor que o próprio Carrasco para falar sobre o que vem aí. Alma Gêmea é sua sexta novela de época. “A trama resgata uma grande história de amor, com uma mensagem de esperança e também muito humor, porque sem humor eu não vivo!” Quanto ao fato de ter se tornado um especialista em produções de época… “Não me considero um especialista. Por ter feito faculdade de História, embora não tenha completado o curso, tenho atração por temas históricos, por saber como as pessoas viviam em outras épocas. Mas o que gosto nas novelas de épocas é que resgatam valores, resgatam a família e, fundamentalmente, as relações afetivas”. Alma Gêmea fala, entre outros temas, sobre uma história de amor que supera até a morte e sobre reencarnação. Porém o autor não a considera uma novela espírita. “Não é uma novela espírita, embora eu acredite que os espíritas vão gostar bastante. Mas a novela não se prende a uma religião. Outras religiões acreditam em reencarnação, como o budismo. Mesmo pessoas ligadas em religiões que não acreditam em reencarnação sabem que Deus, todo poderoso, sempre dá uma segunda chance, da maneira que achar melhor. O poder de Deus é ilimitado. A novela é mística, no sentido amplo da palavra, e para quem busca alguma coisa de boa na vida, um crescimento pessoal ou espiritual, a crença no amor é fundamental. Amor ao próximo, amor à família e amor a uma pessoa especial”, finaliza.