Lara Croft (Angelina Jolie) está mais sensual em Tomb Raider 2: A Origem da Vida. O diretor Jan De Bont mostra um domínio maior nas cenas de ação do que seu antecessor, Simon West e o roteirista Dean Georgaris supera o primeiro Tomb Raider num ponto importante: ele gera uma certa tensão sexual envolvendo Lara Croft.
A presença sensual de Angelina Jolie e suas curvas fascinantes – que fizeram do primeiro filme, de 2001, um prazer saboreado com sentimento de culpa por muitos espectadores – é de novo um ponto-chave desta sequência. E entrada de Lara Croft neste segundo longa é arrasadora: vestindo biquíni preto, ela faz manobras num jet ski ao lado de uma lancha na ilha grega de Santorini.
Sua missão desta vez é recuperar um globo de ouro que contém um mapa em código capaz de levar à caixa de Pandora. O globo foi roubado por vilões chineses a mando do Dr. Jonathan Reiss (Ciaran Hinds), cientista premiado com o Nobel que se bandeou para o lado mal e agora fabrica armas biológicas.
Inspirado no videogame de mesmo nome, essa aventura conta com a ajuda do trabalho ágil de câmera de David Tattersall: as cenas de ação têm dinamismo de sobra.