A pílula do dia seguinte é eficaz até 72 horas após o relacionamento sexual. Aconselhada em situações de emergência, ela evita a ovulação, a fecundação, ou que o óvulo fecundado se instale na parede do útero. Pode falhar em 20% dos casos, causar náuseas, dores e desregular a menstruação durante dois meses.
Um produto recente é o anel de plástico transparente. Ele foi concebido à base de hormônio e é inserido no interior da vagina pela mulher, que deve trocá-lo a cada mês, se quiser interromper a menstruação. Assim como o DIU, basta retirá-lo para recuperar a fertilidade.
Com duração de três anos, o método conhecido como implante consiste em implantar hastes sob a pele na região do braço. Ele libera um hormônio na corrente sanguínea derivado da progesterona, que inibe a ovulação. Em 80% dos casos acaba com as cólicas, mas o sangramento pode ficar irregular. Há um outro tipo de haste para ser implantada na região do quadril, que também libera hormônio gradativamente.
O adesivo é, por fim, um outro método que libera hormônios no corpo feminino e é utilizado por 21 dias seguidos. Após uma semana de descanso pode ser recolocado. Embora prático, não está livre de provocar enjôo, dor de cabeça, estrias, aumento de peso e de se deslocar da pele.
Para todos estes métodos, porém, é importante consultar o ginecologista.